Translate

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Hotel leiloa objetos de apartamentos decorados com até 80% de desconto

Projeto da torre onde ficarão os escritórios comerciais e o novo hotel do Ca'd'Oro São Paulo


Projeto da torre onde ficarão os escritórios comerciais e o novo hotel do Ca'd'Oro São Paulo

O Ca'd'Oro São Paulo, empreendimento que dará lugar ao tradicional hotel homônimo da região central de São Paulo, leiloa pela internet os objetos usados nos apartamentos decorados.

Entre os itens leiloados há cadeiras, mesas de centro, aparadores, quadros, luminárias, móveis para cozinha, cama e diversos artigos de decoração. Os descontos podem chegar a 80%.

Os interessados podem visitar o estande para conhecer os produtos, mas os lances serão feitos pela internet.

As visitas poderão ser feitas nos dias 7 e 8 de outubro, das 10h às 16h, na rua Augusta, 129 (centro de SP). O leilão vai até o dia 10 de outubro.

LANÇAMENTO

Duas torres vão substitutir o Hotel Ca'd'Oro, símbolo do centro paulistano de meados do século passado. Uma delas terá 27 andares de uso misto, comercial e hotel.

A outra, apenas residencial, terá 31 andares, com 374 unidades e áreas que variam de 40 m² a 79 m². O serviço de hotelaria também estará disponível para esses apartamentos residenciais, no sistema pay-per-use (pague-para-usar).

Os empresários preveem que os prédios estarão prontos até 2014, antes da Copa do Mundo.

Fonte: folha.com.br

Decorar e reformar a casa sem estourar o orçamento


Um dos itens que mais assustam as pessoas no quesito economia é justamente a decoração ou reforma de casa, que parece rimar com despesa elevada. Posso garantir que, com planejamento e pesquisa é possível fazer do lar um ambiente gostoso, confortável e que irá render elogios tanto dos moradores quanto das visitas.

Para que esta satisfação aconteça sem destruir as finanças é bom levar em conta alguns fatores importantes:

- Analise criteriosamente o que você quer para o ambiente, seja um cômodo ou mesmo a casa toda. Qual a idéia fundamental, qual o estilo, o que você realmente deseja. Um erro comum é ir comprando materiais simplesmente porque o preço está convidativo sem levar em conta o objeto ou material no contexto maior que é a decoração e seu bem estar. Faça uma lista de tudo o que vai ser feito para assim não gastar desnecessariamente.

- Pesquise nas lojas de materiais de construção e decoração, tanto indo nas lojas físicas quanto na pesquisa via internet. Por vezes um mesmo produto entra em promoção numa rede e chega a ter reduções de até a metade do preço. Lembre que pagamento à vista merece desconto, e se a loja não fornecer descontos, simples: procure outra.

- Se for parcelar o valor do material de construção ou dos móveis, faça isso buscando parcelamentos sem juros, que são oferecidos nos cartões de crédito. Isso é importante porque além da despesa da compra de material você poderá ter outros custos como o de mão de obra, custos estes que dificilmente são parcelados - para não gerar dívidas descontroladas.

- Um erro comum é querer substituir materiais por similares mais baratos - cuidado com isso. Se a prescrição atende a um determinado tipo de revestimento, siga a prescrição para não ter problemas futuros com qualidade e segurança de materiais. A casa tem que ser, acima de tudo, um ambiente seguro. Não economize na segurança e qualidade dos materiais na obra, principalmente em encanamentos, estrutura elétrica, fundações, para que o barato não saia extremamente mais caro posteriormente.

- Quando se trata da compra de móveis e utensílios para decorar, vale analisar a melhor relação custo benefício levando em conta a durabilidade. Sofás, estantes, tapetes, camas precisam ser resistentes, capazes de durar pelo menos cinco anos e com facilidade de manutenção; se os produtos não parecem ser capazes de durar todo este tempo vale esperar mais e comprar algo durável e confortável - é o seu bem estar em jogo.

- Leve em conta o seu estilo e o de sua família para acertar o que vai ser feito seja na reforma ou na decoração do lar. Famílias grandes que curtem descontração e informalidade vão se sentir desconfortáveis num ambiente clássico e formal, que requer muita manutenção. Já se o seu estilo é mais formal e privilegia materiais caros, compre aos poucos o que deseja e não caia na tentação de querer "forçar sua natureza" e acabar em um ambiente simples demais para o seu bem estar.

A orientação de profissionais como engenheiros e arquitetos é fundamental para orientar você a fazer da sua casa um ambiente seguro e confortável - por vezes as dicas dos profissionais ajudam a criar soluções adequadas capazes de resultar numa economia em compra de materiais e o uso mais racional do ambiente. Se tiver dúvidas procure profissionais adequados para te ajudar a fazer da sua decoração ou reforma um sonho tornado realidade, sem gerar problemas financeiros para você e sua família.

Suyen Miranda é publicitária e consultora de finanças pessoais, atuando no Brasil, Mercosul, Portugal e Angola. Já foi consumidora compulsiva voraz e tornou-se poupadora e empreendedora, e acredita que toda mulher pode e deve ser autônoma e independente financeiramente.

Fonte: terra.com.br

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Custo para construir oscila 0,14% em setembro


Em São Paulo, metro quadrado representativo da construção encerra mês ao custo de R$ 953,75.

O CUB (Custo Unitário Básico) da construção civil do Estado de São Paulo registrou em setembro um aumento de 0,14% em relação a agosto. No mês, os custos das construtoras com materiais de construção se elevaram 0,16%, já os custos com mão de obra registraram crescimento de 0,13% e os salários dos engenheiros (custos administrativos) mantiveram-se inalterados.

A média ponderada entre os três componentes resultou na variação de 0,14% do CUB representativo da construção paulista (RN-8), que neste mês ficou em R$ 953,75 por metro quadrado.

Segundo o diretor de Economia do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Eduardo Zaidan, "o CUB de setembro, com variação global de 0,14%, mostrou-se bem comportado, com aumentos similares tanto na cesta de materiais como na mão de obra. Não se observou variação nos salários pagos, e a elevação de 0,13% para o CUB mão de obra deve-se ao aumento de custo com alimentação do trabalhador, presente no acordo coletivo da categoria".

No acumulado de 2011, o CUB registrou alta de 5,71%. Nos últimos 12 meses encerrados em setembro, a variação é de 5,43%.

Ainda em setembro, dez dos 41 insumos da construção pesquisados aumentaram acima do IGP-M do mês, que aumentou 0,65%:

Brita 2: 1,65%
Impermeab. normal tipo vedacit 18l: 1,55%
Areia média lavada: 1,42%
Chapa compensado resinado 12mm: 1,32%
Tubo de cobre Ø=15mm classe industrial: 1,30%
Cerâmica esmaltada 20x20cm PEI III: 1,20%
Telha ondulada fibrocimento 6 mm: 1,19%
Alimentação tipo marmitex nº 8: 1,18%
Prego 18x27 c/ cabeça: 1,14%
Porta lisa p/ pintura 3,5x70x210cm: 0,66%

Calculado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos do setor para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.

Fonte:imovelweb.com.br

Conheça porcelanatos que imitam madeira, pedra e cimento

ROSANGELA DE MOURA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Na roda dos apaixonados por cerâmica, o assunto ainda é a impressão digital. A Cersaie (feira internacional de cerâmica), realizada semana passada em Bolonha, mostrou que a tecnologia tem sempre mais a nos oferecer. 

A técnica que permite o uso de fotografias sobre chapas frias de porcelanato revolucionou a indústria. Agora as empresas aprendem a cruzar características, como relevo, textura e polimento, em busca do produto perfeito.

Com textura de nogueira, o porcelanato Noce da Sant'Agostino engana até olhos profissionais

A Folha convidou quatro especialistas para apontarem os destaques do salão.

Eles revelam que pedra, madeira e cimento são as apostas do mercado de cerâmica.

Os fabricantes reinterpretaram materiais clássicos se valendo do potencial do porcelanato, considera a consultora Ruth Fingerhut.

Entre as pedras, a semelhança dos mármores com as cerâmicas que as imitam chega a confundir leigos.

Mármore Rex, porcelanato com brilho apresentado na Cersaie 2011

Além de mais baratas, a vantagem em relação ao material natural é seu polimento perfeito.

O cimentício aparece em diversas leituras, destaca Alaíde Ferrari, dona da loja de revestimentos Ibiza: de produtos que mostram o acabamento ideal do cimento queimado a peças que aliam brilho ao rústico.

Já os porcelanatos que mimetizam madeira descobriram a multiplicidade de tonalidades como aliada, apontam as arquitetas Tieko Matsuda e Luciana Nogueira.

Azul-cobalto, laranja e vermelho são algumas cores que apareceram em porcelanatos.

BRASIL

Em sinal de que as empresas brasileiras estão sintonizadas com as tendências mundiais, confira abaixo suas novidades aplicadas em projetos a pedido da Folha por quatro arquitetos.

BRILHO

As imitações de pedra se valem dos polimentos possíveis na cerâmica para criarem brilho extra.


Projeto 3D da arquiteta Adriana Fontana usa peças da Mosarte.

MODERNIDADE

A tendência de cores vivas vem da moda para os revestimentos da parede. Nesse ambiente, o vermelho se alia ao cimentício.

MOSARTE

Adriana Fontana cobriu a paredes com Kubi Chumbo, que dá movimento e permite a combinação com cores.


A cerâmica da Portobello permite levar madeira para ambientes úmidos

PORTOBELLO

Neto Porpino mesclou "concreto" e "madeira" em seu banheiro para dar aconchego ao ambiente.


Peças da Portinari exploram características do porcelanato sobre acabamentos tradicionais.

PORTINARI

Salim Dib e Yara Furtado usaram "mármore" e "madeira" com as vantagens da cerâmica: desenho sinuoso na parede e antiderrapante no chão.



A Eliane se esmerou em imitações de mármore e madeira

ELIANE

Luana Mattos aplicou o "mármore" Grigio Oro na área central da cozinha e deixou a "madeira" para a região de passagem.

Fonte: folha.com.br

domingo, 2 de outubro de 2011

Como deixar uma casa mais sustentável sem reformas



Mudanças graduais podem ser feitas para melhorar a qualidade de vida e a sustentabilidade em uma casa

Por Gisele Eberspacher às 15h27 de 29/09/2011

Para quem não vai mais construir uma casa, mas ainda assim quer morar em um local com menos impacto no meio ambiente, mudanças graduais podem ser feitas para melhorar o espaço. O importante é lembrar que mudanças bruscas podem gerar resíduos, que também não são necessários. Por isso, use todos os recursos disponíveis até o fim, e então, na hora da troca, opte por opções mais sustentáveis.

Confira a lista de coisas que podem ser feitas no ambiente:

1. Cultive plantas. Jardins, hortas e vasos de plantas são importantes para melhorar a qualidade do ar do ambiente. Por isso, plantar, nem que sejam pequenas mudas, é importante para deixar uma casa mais sustentável. Opte por plantas nativas, que irão apresentar um desenvolvimento melhor e menos cuidados, principalmente se forem as árvores. Já as hortas melhoram também a qualidade da alimentação.

2. Evite o uso de ar condicionado. Opte por deixar as janelas abertas ou usar o ventilador. Os aparelhos de ar condicionado utilizam muita energia para funcionar. Uma dica também é desligar o aparelho cerca de uma hora antes de sair do local, já que nesse tempo o ar permanecerá fresco.

3. Quando for trocar de móveis, opte por peças feitas de maneira sustentável e tente dar um novo uso para a peça antiga. Se não for mais reaproveitar na sua casa, doe ou venda para alguém. Se não for possível sua reutilização, tente encaminhar diretamente para uma instituição de reciclagem da sua cidade, que dará um encaminhamento correto para os materiais.

4. Troque as lâmpadas por luzes de LED. Elas podem ser mais caras, mas apresentam uma economia de até 40% em relação às lâmpadas fluorescentes e de até 88% com as lâmpadas incandescentes. Além disso, elas duram cerca de cinco anos a mais que os outros dois modelos.

5. Uma mudança simples é escolher um vaso sanitário com duas opções de quantidade de água liberada por descarga, que ajuda a diminuir o consumo desse recurso.

6. Faça a manutenção da sua casa. Pequenos vazamentos de água ou frestas de ar podem aumentar gastos com água e energia.

7. Pinte o seu telhado de branco. A iniciativa faz com que os raios solares sejam refletidos, diminuindo o calor dentro da construção. Além disso, pesquisas mostram que a iniciativa pode ajudar a diminuir o aquecimento global.

8. Quando for comprar eletrodomésticos, escolha modelos que gastem pouca energia. Eles são sinalizados com um selos de eficiência do Procel e do Inmetro.

9. Um sistema de reutilização da água da chuva pelas descargas exige um pouco de obras, mas você pode coletar a água em bacias e usar para lavar as calçadas e carros, por exemplo.

10. Melhore a iluminação natural. Mantenha as cortinas abertas durante o dia e posicione móveis de uma maneira favorável. Por exemplo, coloque as escrivaninhas perto das janelas, lateralmente, sendo possível utilizar a luz do sol. Assim, se gasta menos energia elétrica.

Fonte: uol.com.br

Como adquirir um financiamento imobiliário passo a passo

 


 Especialistas esclarecem todas as etapas que envolvem a contratação do financiamento da casa própria.
Comprar a casa própria é o sonho de grande parte dos brasileiros. Com o intuito de auxiliar quem está pensando em realizar esse sonho através de um financiamento habitacional, o Imovelweb consultou especialistas e elaborou um guia com dicas valiosas sobre o assunto.

1- Analise as linhas de crédito oferecidas pelos bancos
O primeiro passo do candidato a mutuário é entrar em contato com as instituições financeiras, através da internet ou das agências e analisar os produtos oferecidos no mercado em relação aos prazos de pagamento, às taxas de juros cobradas, à porcentagem financiada do valor do imóvel, entre outros fatores e escolher a instituição e o produto que mais lhe agradem.

2- Verifique sua capacidade de pagamento e escolha um imóvel que cabe no bolso
Em seguida, o ideal é que o futuro mutuário analise o quanto consegue de crédito junto à instituição financeira, considerando a sua renda e capacidade de pagamento. "Se a pessoa quer comprar um imóvel e não tem dinheiro para comprar à vista, deve consultar os sites dos bancos para ver o quanto ela consegue de financiamento, de acordo com a sua renda", diz o superintendente técnico da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), José Pereira Gonçalves.

Os bancos, em geral, também podem emitir, antes mesmo de a pessoa ter encontrado o imóvel desejado, uma carta de crédito com validade em torno de três ou quatro meses. Essa carta é emitida depois que o banco realiza a análise de crédito, na qual analisa os comprovantes de renda e/ou de capacidade de pagamento do candidato a mutuário. Com a carta de crédito em mãos, o futuro mutuário sabe ao certo o valor do financiamento que pode adquirir e, assim, fica mais fácil encontrar o imóvel adequado e negociar com o vendedor.

3- Perícia e documentação
Depois da análise de crédito e da escolha do imóvel, a instituição financeira analisa o imóvel a ser financiado. Esse processo é feito, em geral, por um engenheiro terceirizado pelo próprio banco, que verifica se o imóvel preenche os requisitos do financiamento, o enquadramento respectivo e a suficiência da garantia.

Em seguida, o banco solicita, junto ao candidato a mutuário, toda a documentação necessária para a conclusão do processo de contratação de crédito. Nessa etapa, é solicitada a documentação do comprador, do vendedor e do imóvel. Em geral, são solicitados os documentos pessoais do vendedor e do comprador, comprovantes de residência, documento de identificação do imóvel, IPTU do imóvel, entre outros. A lista com toda a documentação exigida é entregue pelo próprio banco ao candidato a mutuário.

4- Liberação do crédito
Na Caixa Econômica Federal, segundo o gerente geral Elimar Sousa Oliveira, depois de toda a documentação entregue, o prazo para conclusão do processo e assinatura do contrato de financiamento habitacional é de cinco a nove dias úteis. "A documentação completa é encaminhada pra Central de Operações. Se não estiver faltando nenhum documento, o prazo para conclusão é de cinco dias úteis, quando o financiamento não utiliza o FGTS e de nove dias úteis para financiamentos com FGTS", esclarece Oliveira.

Fonte: imovelweb.com.br

sábado, 1 de outubro de 2011

Quais documentos devo guardar e por quanto tempo é necessário arquivá-los?

 Ainda que o Código Civil preveja prazos de prescrição de obrigações (três anos para aluguel, cinco para condomínio, por exemplo), nada impede que uma dívida prescrita seja cobrada. Assim, é recomendável ter um arquivo e guardar os seus papéis. Para sempre


Ainda que o Código Civil preveja prazos de prescrição de obrigações (três anos para aluguel, cinco para condomínio, por exemplo), nada impede que uma dívida prescrita seja cobrada. Assim, é recomendável ter um arquivo e guardar os seus papéis. Para "sempre"

Para esta dúvida recorrente, existem duas respostas: uma é legal, e a outra, prática – algo que só se aprende com a vivência.

A legal: você deverá guardar os papéis enquanto a obrigação que eles provarem não estiver prescrita. Prescrição, em termos legais, significa a extinção da possibilidade de reclamar a violação de algum direito. Por exemplo: você tem um restaurante, alguém almoça e não paga. Você terá um ano para cobrar, e depois, se extinguirá esse direito.

Os prazos de prescrição estão descritos no código civil (artigo 206) e vale a pena realçar dois deles: para cobrar aluguéis, o prazo é de três anos; para cobrar rateios de condomínio, o prazo é de cinco anos (segundo recente decisão do Superior Tribunal de Justiça).

Esgotado o prazo, quando você já não precisar provar que pagou, poderá jogar fora os documentos.
Outros documentos


Vale a pena lembrar também dos documentos que não provam pagamento, mas provam o cumprimento de alguma determinação legal: diplomas (não é raro que pessoas formadas em universidades precisem apresentar o diploma da escola primária, imprescindível para a matrícula na universidade, por exemplo); certificado de reservista; formais de partilha (embora estes sejam registrados) etc.

Documentos como o comprovante de pagamento de IPTU, IPVA e a declaração doImposto de Renda devem ser mantidos por cinco anos, contados a partir do primeiro dia útil do ano seguinte ao pagamento. Assim,a declaração de IR de 2011deve ser mantida até janeiro de 2017.Mas, por favor, preste atenção no enfoque cauteloso que vai adiante.

Na “prática”, digamos que alguém cobre uma dívida prescrita (o cobrador vagaroso pode ser um particular ou até a Fazenda Pública -sim, isso acontece mais do que as pessoas imaginam). Obviamente, você alegará que o direito prescreveu.
Na prática, é melhor guardar

Porém, nada impedirá que ocorram discussões jurídicas (que sempre existem e são tecnicamente válidas), acerca do exato prazo prescricional naquela hipótese. Então, será recomendável que você, além de alegar a prescrição do direito, consiga de qualquer maneira provar que pagou, sendo essencial exibir a documentação, é lógico. Portanto, tomara que você não tenha se desfeito dos comprovantes...

Ou então, digamos que algum órgão público exija algum documento precedente (e já analisado oficialmente) àquele que foi exibido. Como fazer, se aquele documento antigo e superado tiver sido descartado?

Não é somente para demonstrar em juízo que se deve guardar documentos antigos. Perante a Administração Pública, que nem sempre prima pela eficiência, às vezes é preciso documentar algo que ela mesma deveria ter em seus arquivos.

Para ilustrar, são comuns situações em que, para requerer determinado alvará, o cidadão deve juntar cópia de uma planta que a própria prefeitura aprovou e arquivou anos antes.
Burocracia

São situações burocráticas no mais terrível sentido do termo, calvários que partem, no mais das vezes, de uma exigência descabida ou de um carimbo mal aplicado.

Tais situações já chegaram à literatura. Em “O tenente Quetange”, do autor russo Iúri Tyniánov, o erro de um escrivão, que no meio de uma frase em referência a um militar juntou “que” com “tange”, provocou as peripécias burocráticas do tenente “Quetange”. Publicado em 1928, o livro é uma crítica à barafunda administrativa que afligia a Rússia na época, tão subdesenvolvida.

Pois bem, essas situações somente se resolvem com perseverança e provas redundantes, ou seja, como não bastasse estar prescrita a eventual exigência, ela de fato já fora cumprida. E esta prova se faz apresentando aqueles papéis velhos.Uma dica: organize um arquivo.

Fonte: casaeimoveis.uol.com.br