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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cresce número de lançamentos com apartamentos e escritórios

Morar ao lado do trabalho e com serviços à sua disposição a um passo de casa. É esse desejo que o mercado imobiliário pretende suprir com sua aposta em lançamentos de uso misto.

São empreendimentos que reúnem torres residenciais e escritórios. Alguns chegam a ter lojas, hotéis e estacionamento no mesmo terreno.

O modelo de condomínio "autossuficiente" ganhou fôlego de 2009 para cá.

Dos 20 empreendimentos recentes em São Paulo mapeados pela Folha, 3 foram lançados em 2009, 6 em 2010 e 4 neste ano.

Há outros três previstos para lançamento ainda em 2011 e mais um em concepção.

O conceito não é novo --o Conjunto Nacional, na avenida Paulista, inaugurado nos anos 1960, já era considerado um exemplo.

Mas "a dificuldade de locomoção amplia a demanda por empreendimentos desse tipo", diz Luiz Henrique Lessa, presidente da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil.


O Itaim Bibi, na zona oeste, soma seis condomínios de uso misto

Ao menos parece ser isso o que motiva a venda de todas as unidades em prédios como o FL 4300, das incorporadoras Stan, SDI e Bramex, perto da avenida Brigadeiro Faria Lima.

Solteiros ou casados, sem filhos, na faixa entre 25 e 40 anos, das classes A e B e que pretendem realizar pouco --ou quase nenhum-- deslocamento entre trabalho e casa. Esse é o público em que o mercado imobiliário aposta para a compra dos novos.

Fonte: folha.com.br

Os documentos necessários para comprar imóvel

Contrato


Matrícula do imóvel, declaração de débitos, habite-se: confira o que é cada documento exigido para a compra.

Para quem está fazendo um negócio dessa natureza pela primeira vez, se familiarizar com toda essa documentação pode parecer confuso a princípio.

São Paulo - Uma das etapas mais importantes no processo de aquisição de um imóvel é a verificação de alguns documentos que tornam a compra da casa própria uma transação segura. Para quem está fazendo um negócio dessa natureza pela primeira vez, se familiarizar com toda essa documentação pode parecer confuso a princípio. Para ajudar nesse processo, elaboramos uma relação dos documentos necessários e do que se trata cada um deles. Confira:

Matrícula do Imóvel

A matrícula é obrigatória para a aquisição de bens imóveis. Nesse documento consta o histórico completo do imóvel, inclusive seus proprietários anteriores, e a existência de dívidas, se houver. O documento pode ser consultado no cartório de imóveis onde o bem foi registrado.

Certidão Negativa de Débito/ IPTU

Este documento comprova a inexistência de débitos relativos ao IPTU sobre o imóvel. Para ter acesso a esta certidão, basta entrar no site da Prefeitura da cidade e consultar a informação pelo número do contribuinte. Trata-se de informação pública. No caso de imóveis adquiridos na planta, a incorporadora pode fornecer o número do contribuinte em relação ao terreno onde o empreendimento será construído. Quando pronto, o imóvel terá sua matrícula desmembrada, de forma que cada unidade tenha sua própria matrícula individual. Consequentemente, os apartamentos terão o seu próprio número de contribuinte. O processo de consulta é o mesmo.

Certidão do distribuidor cível, criminal, trabalhista, Justiça Federal, Receita Federal e protesto

Com o objetivo de tornar a compra do imóvel ainda mais segura, é importante exigir do vendedor certidões que atestem se ele responde por alguma ação cível, criminal, trabalhista, executivos fiscais (municipais, estaduais ou federais), ou ainda se constam protestos em seu nome. Atualmente, a Justiça Federal e a Receita Federal emitem certidões pelos seus respectivos sites, gratuitamente.

Fonte: exame.abril.com.br

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É possível financiar imóvel e começar a pagar em 2012

Carência de até seis meses e juros de 8,4% é a linha de crédito que o BB ofertará nos salões de imóveis.

Brasília - Por ocasião dos salões imobiliários que acontecerão até novembro (2011) em capitais do País, o Banco do Brasil (BB) oferecerá condições especiais para financiamento e consórcio imobiliário. Além da carência de até seis meses para iniciar os pagamentos, nos eventos o BB praticará juros de 8,4% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR). A média atual do mercado financeiro é 11,2%, para imóveis não enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida.
A programação dos eventos já tem data certa em Belo Horizonte (setembro, 30, até outubro, 02),

Brasília (outubro, 19 a 23) e Rio de Janeiro (novembro,17 a 20). As condições de financiamento praticadas pela linha BB Crédito Imobiliário durante os eventos serão válidas para a aquisição de imóveis residenciais de até R$ 500 mil, sob regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), e mantidas para contratos fechados até 180 dias a contar da data de realização do salão.

Para financiar imóvel através do BB é necessário ter renda superior a R$ 1.500, e não é preciso ser cliente. Quanto ao imóvel pretendido, deve estar pronto e com “habite-se” emitido. Para pessoas físicas, o prazo máximo para amortização (quitação) é de 30 anos, e o financiamento pode ser de até 90% do valor de avaliação do imóvel pretendido. No mercado de financiamento de imóveis há menos de três anos, o BB já é o quinto maior banco em crédito imobiliário no Brasil, com carteira acumulada de R$ 5,7 bilhões.

Consórcio de imóveis – Ainda, durante os salões imobiliários a acontecer em 2011 o Banco do Brasil ofertará consórcio imobiliário com taxas de administração a partir de 0,08% ao mês, e prazos de até 200 meses para grupos em formação. Essas condições serão estendidas a todos os valores de cartas de crédito, cujos planos variam de R$ 30 mil a R$ 363 mil, e estão sujeitas a alterações e disponibilidade, de acordo com valores e prazos de grupos.

Fonte: exame.abril.com.br

Isolamento acústico para apartamentos


Para muitos, a palavra ‘infelizmente’ sempre virá ao lado da declaração ‘moro em um apartamento’. A menos que seja um apartamento por andar, lamentavelmente, são comuns a esses tipos de moradia vidros tremendo em som alto, portas de vidro estremecidas e objetos caindo de prateleiras diante de uma festa.

Sem contar as noites insones por conta dos que não respeitam o toque de recolher oficial das 22h, quando obrigatoriamente deve reinar o silêncio no condomínio.

Festas

Se você passa por este problema ou simplesmente mora com um bebê em casa e precisa de ausência de som total em determinadas horas, por que não fazer um isolamento acústico em seu apartamento?

Existem soluções para tal problema, de todos os preços e com uso de diferentes produtos. Podem ser feitas com forros grossos de veludo nas janelas, tapeçaria e, até mesmo, com material de estúdio de música, com custos variados.

A primeira solução recomendada pode ser o uso do forro. Usado casualmente para instalações de energia, ar condicionado e iluminação ambiente, pode ainda ganhar uma nova função, isolar o ambiente de som, tanto para dentro como para fora. Explicando: o som de sua casa não será ouvido do lado de fora das portas, e o contrário também será feito.

Isolamento

O ideal é procurar um especialista em acústica, mas o conhecimento também é de muitos arquitetos que podem te ajudar no projeto. Os materiais mais usados são porosos, perfurados ou de estrutura molecular.

Mas não devem ser usados sozinhos: combine com pisos especializados e nas paredes, de forma a tornar o ambiente como uma caixa de som interna. O teto é importante a ser modificado, pois ele é o mais transmissor de ondas sonoras, como um amplificador.

Outra forma de atenuar a propagação do som entre os imóveis é o uso de materiais específicos entre a laje e o contra-piso. É desta forma que alguns sons podem não passar, como queda de objetos ou mesmo o ato de varrer no apartamento de cima.

Com o uso de tal material, o som diminui cerca de 70%, sendo ouvido apenas em maiores proporções, como queda de um móvel.

Antes de alugar ou comprar um imóvel, observe esses pequenos detalhes, para não ter problemas futuros. Uma mudança estrutural de tão grande proporção deve custar em média R$ 10 mil reais, dependendo do tamanho do ambiente a ser isolado e a forma como foi construído o imóvel.

Materiais

Vale lembrar: para pequenos ruídos é lei que as construtoras tomem essas precauções, desde 12 de maio de 2010. Então, exija que tais dados estejam no seu contrato de compra ou locação, para não sofrer arrependimentos posteriormente. O limite aceitável de ruído entre um imóvel e outro é de 45 decibéis, suportável na rotina diária.

Fonte: culturamix.com

domingo, 18 de setembro de 2011

Como escolher a porta ideal para a sua casa

A porta de entrada é a 1ª impressão que as pessoas têm da casa, por isso escolha bem a que vai colocar na sua.


Há uma velha máxima que diz: a primeira impressão é a que fica. Sendo assim, a porta de entrada é o cartão de visita da casa. Cabe a este item, a primeira impressão que as pessoas têm sobre o lar. É, inclusive, o estilo da porta que revela ao visitante o que ele vai encontrar depois que girar a maçaneta, ou seja, qual a decoração existente no interior da residência.

Compradas prontas ou encomendadas sob medida, as portas têm o poder de marcar a decoração. Na hora de escolher este componente, que além de dar um toque especial ao projeto também vai proteger o lar, é preciso ficar atento a alguns detalhes. “É muito importante especificar as portas dentro das normas da ABNT NBR e pensar na acessibilidade de portadores de necessidades especiais”, recomenda a arquiteta Flávia Soares.

Outra dica é escolher o modelo ideal só depois de ter um projeto que defina o estilo a ser utilizado, já que o mercado oferece inúmeras opções: “O projeto vai dizer se a porta precisa ser fabricada ou se pode ser utilizado um modelo disponível. As portas compradas prontas possuem tamanhos padronizados e devem ser adequadas às medidas indicadas no planejamento”, ressaltam as profissionais da Faleiro Guerra Arquitetura, Patrícia Guerra e Roziane Faleiro.

Definidas e compradas, chega a hora de fazer a instalação. Segundo Flávia, os cuidados durante esta etapa vão variar dependendo do tipo da porta, porém ela adverte que estas precisam ficar dentro do esquadro. As arquitetas da Faleiro Guerra chamam a atenção para outro item: a vedação. “Na instalação, é importante garantir uma boa vedação para que se tenha um funcionamento adequado”, ressaltam.

Quando as portas são de madeira, a atenção deve ser especial. “As portas de madeira necessitam ser seladas com verniz ou pintura com acabamento e proteção. Além disso, as manutenções devem ser periódicas”, ensinam Patrícia e Roziane. Flávia também destaca a importância do verniz: “A aplicação de um verniz protetor é indispensável. Ele protege a madeira e evita que esta adquira manchas com facilidade”.

As profissionais da Faleiro Guerra Arquitetura finalizam com mais uma dica, agora para deixar a decoração impecável. “O ideal é que as portas sigam a mesma tendência em toda o projeto. No entanto, pode-se usar um estilo nas portas que ficam na parte externa e outro diferente nas que ficam na parte interna da casa”. Vale lembrar que a porta principal, aquela que permite o acesso a casa, deve ser de um modelo diferente, pode-se ousar um pouco mais para valorizar a arquitetura de todo o imóvel.

Fonte: imovelweb.com.br

sábado, 17 de setembro de 2011

Vai comprar a casa própria? Veja dez dicas para não errar

Veja dicas financeiras e jurídicas para não errar na compra da sua  tão sonhada casa própria



SÃO PAULO – O sonho da casa própria é o objetivo de milhares de brasileiros. Segundo dados da União Nacional por Moradia Popular, em junho, o deficit habitacional girava em torno de 8 milhões de unidades, o que mostra que ainda há muita gente batalhando pela primeira moradia.

Entretanto, na hora de comprar a casa própria, não basta apenas juntar o dinheiro necessário para a empreitada. É preciso observar alguns outros quesitos e assim evitar que o sonho do “lar doce lar” se transforme em pesadelo.

Dessa forma, seguem abaixo dez dicas elaboradas pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para auxiliar na aquisição do imóvel residencial.

Finanças 1 – Quem começa a pensar na aquisição da casa própria deve começar a observar melhor as finanças. Isso porque, explica o sindicato, a compra da moradia é um dos passos mais importantes da vida, devendo ser dado com segurança. Assim, se pensou em comprar a casa própria, pense no quanto pretende e pode gastar com a empreitada;

2 – Faça suas contas. Vai pagar à vista ou precisará de financiamento? Se for necessário financiamento, pesquise os tipos disponíveis no mercado, por exemplo, será com o banco ou parcelado com a construtora durante o período de obras? Pretende utilizar recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)? Considere as opções pensando nos gastos da sua família hoje e no futuro;

3 – Programe-se. Ao pensar na compra do imóvel, leve em consideração que os valores pagos durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor, sendo que este, até a entrega das chaves, é corrigido mensalmente pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) ou CUB (Custo Unitário Básico da Construção). Após a entrega das chaves, se a pessoa não quitar o valor devido e optar pelo financiamento, as taxas irão variar conforme a instituição;

4 – Prepare o bolso. Tenha uma reserva financeira para arcar com os custos que envolvem a documentação do imóvel. De acordo com o Secovi-SP, o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e as taxas de registros cartorários correspondem a aproximadamente 4% do valor de compra da propriedade;

Imóvel 5 – Além das questões financeiras, uma questão importante na hora de comprar imóveis é a localização. Decida-se pela região onde quer morar e visite-a tanto de dia como durante a noite. Analise a infraestrutura disponível no local, bem como os serviços oferecidos, como escolas, padarias, supermercados, farmácias, hospitais, transporte público e áreas de lazer;

6 – Decidido o local, escolha o tipo de imóvel: usado, novo ou na planta? Pense na metragem, se quer casa ou apartamento, sendo que, no último caso, é preciso considerar também se há preferência por andar baixo, alto, por imóvel de frente ou fundos, se há vaga de garagem, varanda, área de lazer, entre outros;

Corretor
7 – Ao optar pela compra de um imóvel, sobretudo usado, diz o Secovi-SP, a ajuda de um corretor de imóveis pode ser bem-vinda. Neste caso, para não perder tempo, especifique em detalhes as características do imóvel que deseja e lembre-se de se certificar de que o corretor possui inscrição no Conselho Regional da região;

8 – Ainda neste sentido, informa o Secovi-SP, reserve uma quantia para pagar a comissão do corretor, que, em imóveis novos ou na planta, é usualmente cobrada separadamente do valor do imóvel. Já em casas ou apartamentos usados, a comissão é paga pelo vendedor;

Fique de olho 9 – Ao comprar um imóvel na planta, pesquise a história e atuação da empresa construtora, visitando uma obra já entregue por ela, se possível. Peça uma cópia do registro da incorporação ao corretor e, antes de assinar o contrato, submeta-o a um advogado de confiança. Não deixe também de acompanhar o estágio das obras, por meio de visitas ao empreendimento ou pela internet;

10 – Já se a compra for de um imóvel usado, desconfie daqueles que aceitarem propostas muito abaixo do valor pedido, pois pode ser indício de que há algo errado com o imóvel. Por fim, certifique-se do que está ou não incluído no valor do imóvel e submeta os documentos destes e do proprietário a um advogado.

Fonte:casaeimoveis.uol.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Consumidor poderá ficar isento de taxa de instalação de medidores de água e luz

SÃO PAULO – A CI (Comissão de Serviços de Infraestrutura) aprovou nesta quinta-feira (15), o projeto de lei da Câmara, PLC 42/10, que impede o repasse do custo do fornecimento e instalação do medidor de consumo de água e luz.

De acordo com o relator do projeto, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), a lei 8.987/95, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, estabelece que as tarifas poderão ser diferenciadas de acordo com as características técnicas e os custos específicos dos atendimentos a cada tipo de usuário. Segundo ele, a legislação não esclarece quem é o responsável pelo pagamento da instalação dos medidores.

Segundo a Agência Senado, o relator explicou durante a comissão, que essas despesas costumam ser cobertas pelas concessionárias e ressarcidas por meio de cobrança de tarifas ao consumidor.

Para explicar sua proposta, Arruda usou os condomínios antigos como exemplo. De acordo com ele, quando existe a individualização do consumo de água, os interessados geralmente são obrigados a arcar com os custos dos medidores e sua instalação, o que inviabiliza a individualização em alguns casos.

Solução Para o relator, o projeto deve explicitar na lei que os equipamentos de medição associados à tarifação devem ser fornecidos e instalados pela concessionária, sem repasse ao consumidor. "Só assim evitaremos que normas infralegais atribuam ao usuário o ônus pela implantação dos sistemas de medição de serviços, invertendo uma obrigação que deveria sempre recair sobre a concessionária fornecedora do serviço", explica.

Durante a votação da matéria, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), concordou com o projeto, pois na opinião dela, ele equaliza adequadamente a quem cabe pagar pela tarifação do serviço de instalação do medidor.

Tramitação A matéria ainda será examinada pelas CCJ (Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania) e de CMA (Meio Ambiente, Fiscalização e Controle), cabendo a esta a votação em decisão terminativa.

Fonte: Casaeimoveis.uol.com.br