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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Veja ideias para deixar sua casa mais saudável

"Estudos comprovam que as cores das paredes, a altura do teto, a iluminação e os produtos químicos usados na limpeza são determinantes para a saúde", diz Allan Lopes, fundador do Instituto Brasileiro de Geobiologia.

"Mas nunca pensamos que estamos cansados porque o teto do escritório é baixo e a luz é clara."

Para a arquitetura, imóvel vivo começa na boa estrutura e inclui espaços integrados, de forma que todos os ambientes sejam aproveitados. Cômodo vazio, além de desperdício, é sinal de que o lugar não atrai.

Usar todos os espaços também é uma das 12 regras em "A Casa Terapêutica", livro que ensina a aumentar a saúde do lar. Outra regra é não abusar da monotonia branca nas paredes --com a qual concordam os especialistas ouvidos aqui (eles dão, a seguir, seus truques para deixar a casa "sarada").

Para a escritora Letícia Braga, autora de "O Prazer de Ficar em Casa" (Casa da Palavra, 80 págs.,R$ 16), deixar o ambiente mais convidativo requer mais esforço do que dinheiro. "Muita gente escolhe materiais sintéticos e sem graça para ter menos trabalho. Mas devemos ter trabalho, não? Devemos querer cuidar da nossa casa, passamos boa parte do tempo lá."

Banheiro-delícia, em São Paulo; projeto é uma criação coletiva de Guto Requena, Maurício Arruda e Tatiana Sakurai

SINCRONIZE LUZ E RITMO BIOLÓGICO

Casa bem iluminada não é só uma questão de decoração. Luz e sombra têm relação direta com ritmo biológico.

"Associamos tons amarelados e alaranjados do entardecer com o repouso e branco e azul com um estado maior de atividade. Essa é uma pista para determinar o que é aconchegante", diz Gilberto Franco, arquiteto especialista em iluminação.

Pensando nisso, aproveite a iluminação natural e prefira lâmpadas de cores quentes para salas e quartos (há lâmpadas fluorescentes amarelas). Em lavanderias e cozinhas, as brancas vão bem. Permitir a variação de luminosidade também é bom.

Coloque mais de um ponto de luz em cada cômodo. Não economize em luminárias, que suavizam e mudam o tom da luz. Instale interruptores (dimmers) que dosam a luminosidade ou, em um mesmo ambiente, coloque várias luzes independentes.

EVITE PERSIANAS TIPO 'CONSULTÓRIO'

Persianas de metal e estofados de tecidos sintéticos são funcionais, mas deixam a casa com cara de consultório médico. Nem sempre o que é mais fácil de limpar é confortável. Procure almofadas, cortinas e sofás com apelo tátil, gostosos de pegar. "Fibras naturais são mais convidativas", diz o arquiteto Maurício Arruda.

Lençóis de algodão são mais fofos do que os de microfibra, assim como os sofás de tecido ou couro.

Quem tem algum tipo de alergia respiratória e quiser fugir do poliéster antialérgico pode investir em tapetes feitos com fibras de garrafa pet, fofos e fáceis de lavar.

Para aumentar a sensação de bem-estar, a decoradora Neza Cesar dá a ideia de usar água de passar roupa com essência de lavanda nos lençóis. Em banheiros e lavabos, experimente borrifar as essências de capim-santo ou flor de laranjeira, bem mais agradáveis do que o cheiro de desinfetantes pesados.

Um pouco de desordem dá vida, diz o arquiteto Marco Donini; na foto, estante com CDs na casa do arquiteto, em SP

ESQUEÇA A DECORAÇÃO DE REVISTA

Não é difícil (nem caro) decorar seu espaço. "Uma casa saudável tem a cara de quem mora ali, reflete a personalidade, não é padronizada", diz o arquiteto Guto Requena.

Escolha objetos que significam algo para você, reforme móveis antigos, deixe à mostra objetos queridos ou de família.

É fundamental não se prender a modas, diz o o arquiteto Marco Donini. "Decoração em exagero, principalmente quando segue cartilhas e modismos, é uma armadilha."

Nada proíbe você de ter uma casa cheia de coisas, mas é bom deixar espaços vazios. Ambientes mais limpos visualmente acalmam os sentidos, relaxam a mente.

DEIXE O AR ENTRAR E ROLAR

Garantir a circulação de ar é uma das primeiras regras para uma casa "terapêutica". O ideal é que os ambientes tenham grandes entradas de ar em lados alternados, para que haja circulação, explica o arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório FGMF.

Quando possível, deixe portas e janelas abertas. A falta de ventilação ajuda a juntar umidade e facilita a proliferação de fungos e ácaros. Ar fresco ajuda até a prevenir gripes e resfriados, de acordo com o infectologista Stefan Cunha Ujvari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Quem usa ar-condicionado deve ficar de olho se a manutenção está em dia. Mesmo se estiver em dia, prefira a ventilação natural.

Armários e closets devem ter vãos livres para que o ar circule. Se ainda assim a umidade for insistente, uma boa ideia é colocar no armário e nas gavetas bolinhas de cedro ou pedaços de giz de lousa.

DEVAGAR COM O PISO FRIO

Piso frio não tem esse nome por acaso. E colocá-lo em todo lugar é um dos erros mais comuns.

Um dos exemplos é o abuso do porcelanato, aquele piso brilhante.

"As pessoas optam pelo porcelanato por ser fácil de limpar, mas aí usam em todos os cômodos e a casa fica fria e monótona", diz o arquiteto Maurício Arruda.

Aí não há tapete que resolva. Nos quartos e sala, prefira pisos de madeira, que deixam o ambiente mais convidativo, principalmente no inverno.


Para aumentar o conforto, vista a sua casa de acordo com as estações do ano

MUITA TINTA, MAS POUCA QUÍMICA

Casa toda branca (ou bege) é um tédio. "Fica sem personalidade", diz o arquiteto Guto Requena. Para ele, não há cor que não possa ir à parede. "Azul, preto, rosa", enumera. "O maior erro é o medo."

Cores frias (azul e verde, por exemplo) dão a impressão de que o ambiente é maior e ajudam a relaxar. Cores quentes dão mais energia, mas podem não ser uma boa ideia em locais com temperaturas mais altas.

E não precisa fazer uma revolução: pintar uma parede já muda completamente o ambiente. "Quem não quer pintar a casa, pode usar móveis e objetos coloridos", sugere a decoradora Neza Cesar.

É importante escolher uma tinta pouco tóxica e com menos cheiro, o que ajuda a evitar alergias respiratórias. Prefira as que usam solventes à base de água. Solventes químicos, como o tíner, evaporam e pioram a qualidade do ar mesmo depois que a tinta já está seca. As tintas acrílicas são menos tóxicas do que as tintas tipo esmalte e látex.

BARREIRAS VERDES DE PROTEÇÃO

Quem não se sente melhor na companhia de um vasinho de flor? "É barato, fácil de comprar e muda a cara do cômodo", diz a paisagista Claudia Munõz. Qualquer violeta ou crisântemo de supermercado já ajuda.

Quem quer investir um pouquinho mais pode comprar orquídeas, que ficam com flores por até dois meses. As do tipo phalaenopsis não são caras, não exigem tantos cuidados e são vendidas em várias cores.

Outra flor boa de lidar é o lírio-da-paz. "Dá para ter dentro de casa, mas precisa de sol", alerta a paisagista Paula Galbi.

Para saber onde colocar a planta, a dica da paisagista é imaginar um ângulo de 45° a partir de uma janela até uma parede: essa é a distância máxima para deixar uma folhagem, árvore ou flor.

Dentro de casa, vão bem: palmeira camedória, filodendros (incluindo pacová) e árvore-da-felicidade.

Na varanda, cactos e plantas suculentas dão pouco trabalho. "Árvores frutíferas e folhagens exigem mais cuidados, mas ajudam a criar um isolamento mecânico contra a poluição do ar e sonora."

Quem gosta de ervas e temperos frescos pode ter vasos nas janelas da cozinha ou na varanda --se bater sol. Temperos não são muito fáceis de manter: precisam de luz e água todos os dias.

ÁGUA E SABÃO É A MELHOR MAGIA

Uma casa terapêutica, que cumpre a função de ajudar você a recarregar sua energia, precisa ser muito limpa. Para isso, um planejamento de arrumação (diária, semanal ou mensal) é mais efetivo do que o uso de produtos de limpeza caros, segundo a especialista em organização Ingrid Lisboa.

O infectologista Stefan Cunha Ujvari explica que alguns cuidados podem livrar a casa do risco de contaminação por vírus e bactérias. Em quartos, sala e cozinha, limpe a sujeira sem usar desinfetantes poderosos. "Água e sabão comum resolvem."

Na pia da cozinha, não misture carnes cruas com saladas e frutas. Carnes podem ter larvas de parasitas. Separe na hora do preparo e, entre uma fase e outra, limpe o balcão com água e sabão. No banheiro, use desinfetantes ou produtos multiuso para piso, vaso e pia. Nesses locais há bactérias que causam infecções e diarreias.

CASA BOA DIFICULTA ACIDENTES

Para os mais velhos, a casa saudável é segura e prática. A fisioterapeuta Monica Rodrigues Perracini, especialista em gerontologia, diz que corredores e áreas de acesso às janelas devem ficar livres. Diz também que mesas de centro, vasos e bibelôs são obstáculos, é melhor eliminar.

No piso, evite estampas ou cores demais, que podem dificultar a percepção de profundidade. Prefira os antiderrapantes e de cores claras.

Tapetes aquecem o lugar, mas são difíceis de limpar. Não devem ser muito fofos (menos de 6 mm de altura), para nao dificultar a locomoção. Tapetes pequenos soltos pela casa, assim como fios, são proibidos.

Degraus e rampas devem ser bem iluminados. Corredores precisam de luzes de acesso à noite, banheiro idem.

E vale observar o conforto dos móveis, não só o design. Sofás de dois lugares são melhores, porque quem senta tem pelo menos um apoio de braço. Gabinetes e armários devem permitir o acesso a objetos localizados na altura da cintura e não devem ter muita profundidade.

Casa-vitrine, cheia de objetos bonitos, não é sinônimo de "casa saudável". A expressão é empregada na geobiologia, que estuda o impacto dos ambientes no homem.

Fonte: folha.uol.com.br

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Imóveis: investir em lotes pode ser uma alternativa rentável

SÃO PAULO – A compra de um terreno sempre foi uma alternativa viável para quem não dispunha de muitos recursos, mas desejava ter uma casa própria. Hoje em dia, a facilidade de crédito tornou a compra da casa própria mais acessível, e a compra de lotes se tornou um investimento rentável. "É um excelente negócio, não há como perder dinheiro com a compra de terreno", afirma o diretor da Vallor Urbano, Sérgio Pereira.

De acordo com o diretor, a lucratividade é certa e pode variar de acordo com o lugar. Segundo ele, há casos que o lucro pode ultrapassar 150%. “A valorização de um lote, historicamente, nunca é inferior a 30% em termos reais”, completa.

A localização, o padrão do loteamento, a infraestrutura dos arredores e o tipo de casa que será construída pode ser decisivo na valorização. Em alguns casos, o comprador pode recuperar o capital corrigido e ainda ganhar mais de três vezes o valor que aplicou. Para Pereira, a construção da casa é essencial para aumentar a lucratividade. “A margem de lucro pode ainda ser potencializada quando se agrega ao lote a construção de uma casa”, explica.

Lote ideal

No estado de São Paulo é possível encontrar lotes considerados populares por, em média, R$ 30 mil. Mas também existem diversas outras opções, que vão desde espaços comerciais a lotes em empreendimentos fechados.

Um dos principais pontos a ser observado na hora da compra é a integração desses bairros com a cidade pois garantem comodidade aos moradores, geração de renda e crescimento econômico para a região. “São raros os empreendimentos exclusivamente comerciais. Normalmente existem quadras comerciais em projetos de desenvolvimento de novos bairros para assegurar o desenvolvimento do local”, explica o diretor.

Veja quais cuidados tomar na hora de adquirir um lote:

Loteamento irregular: o consumidor deve ficar atento se são frações de terra, pois podem ser fruto de ocupações irregulares, o que caracteriza venda ilegal;
Registro: o futuro comprador deve exigir que o corretor mostre a matrícula do lote no Cartório de Registro de Imóveis, caso o terreno não tenha registro, é necessário fugir desse tipo de compra, mesmo que haja a promessa de regularização futura;
Legalidade: verificar na prefeitura se o empreendimento está com todas as licenças válidas;
Infraestrutura: se certificar se a empresa comercializadora da área oferece energia elétrica, esgoto, captação de águas fluviais, asfalto, guias e sarjetas, pois com essas garantias a chance de ser um empreendimento bem sucedido é maior;
Corretor: ter certeza de que o corretor possui registro no Creci (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis).

Fonte: economia.uol.com.br

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Lançada rede social para o setor imobiliário


No ar há menos de dez dias, a Corretores.com.br, rede social criada exclusivamente para corretores autônomos ou imobiliários que atuam no País, já conta com mais de mil profissionais cadastrados. Segundo Lorenzo Madalosso, sócio do canal, o volume de adesões está surpreendendo todos os envolvidos. “Sabíamos que existia a demanda pela integração desses profissionais que, segundo dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), já somam mais de 220 mil registrados no Brasil, entretanto em apenas sete dias de funcionamento a Corretores.com.br já atraiu centenas de inscritos de Fortaleza, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e muitas outras capitais e municípios”, explica. O negócio é dirigido, ainda, por Ohmar Tacla, Luiz Carlos Ceniz Junior e Luiz Rezende Junior.


O novo canal, lançado no Dia do Corretor (27 de agosto), permite a criação de perfil próprio, envio e recebimento de mensagens, postagem dos imóveis disponíveis e a localização de outros que estejam sendo negociados por diferentes corretores. “A ferramenta é bastante similar as redes disponíveis no mercado hoje, como o Orkut, Facebook, Twitter e o Google+. Essa característica facilita sua usabilidade”, comenta Madalosso, que completa: “a partir do final deste ano será possível também usar o sistema para gerenciar os imóveis, como um CRM 2.0 voltado e desenvolvido especificamente para corretores. Assim, os usuários poderão administrar mais cuidadosamente, e de forma detalhada também, o relacionamento com os clientes finais, agregando inteligência e um diferencial estratégico no processo de negociação”.


Segundo Madalosso, em um mercado em que o relacionamento é a principal ferramenta de vendas, a aproximação dos profissionais servirá para potencializar negócios. “Há um crescimento acelerado na procura por imóveis e esse relacionamento em rede com profissionais em todo o Brasil será uma ótima forma para atender por completo aos desejos dos consumidores. Além disso, o canal permite que os corretores discutam e negociem seus imóveis de forma rápida e integrada, inclusive com outros corretores”, comenta o executivo, que atua no setor imobiliário há seis anos.


As incorporadoras e construtoras também poderão ter perfis na rede. Essa navegação permitirá que as empresas do meio tenham acesso a um número maior de profissionais, de várias cidades e municípios, ou seja, que ampliem seu alcance e, assim, vendam os imóveis de forma ágil e segura. “Elas conseguirão também anunciar os lançamentos e oportunidades do estoque. Trata-se de um canal para falar diretamente com os profissionais do setor. A rede representa, ao mesmo tempo, um canal para os corretores trabalharem com as grandes empresas do mercado”, afirma Madalosso.


A Corretores.com.br também conta com um espaço exclusivo para simulação de financiamento. “Os bancos privados buscam, cada vez mais, a aproximação com os corretores, que são os responsáveis pela comunicação com o consumidor final. Por outro lado, com o grande número de ofertas existentes hoje, o acompanhamento das taxas e melhores formas de financiar é uma tarefa quase impossível. A rede contará com uma área especial para esse serviço”, conclui.


A previsão dos sócios é que nos próximos seis meses mais de 20 mil profissionais já tenham criado perfil na rede.


Dados do mercado

Dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) confirmam que o aquecimento do mercado imobiliário ao longo dos últimos anos gerou um déficit de profissionais. Segundo a instituição, o Brasil tem hoje mais de 220 mil corretores de imóveis e há espaço para o triplo, ou seja, 660 mil.


Cerca de 9,9 milhões de famílias brasileiras pretendem comprar um imóvel ou terreno em 2011, de acordo com estudo do Data Popular;


Nos últimos 10 anos, conforme levantamento do Cofeci, cerca de 65 mil pessoas aderiram à profissão de corretor de imóveis;


Até 2020 o Brasil deverá construir 2,1 bilhões de metros quadrados de edificações, segundo a Associação da Indústria de Material de Construção. Somente essa demanda será capaz de suprir a necessidade habitacional do Brasil até 2020, afirma a entidade.
Fonte: Infoimoveis.com.br

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Cinco dicas para redecorar de maneira econômica e sustentável

Através do reaproveitamento e do upcycle é possível decorar e ainda colaborar para a preservação ambiental.



Revitalizar um ambiente não precisa significar gastos ou desperdícios com materiais. Através do reaproveitamento e da técnica de upcycle é possível decorar uma casa ou um apartamento e ainda colaborar para a preservação ambiental.

Existem cinco dicas práticas que são ideais para quem precisa economizar, mas já está cansado da aparência de sua casa.

Gancho de roupas ou cozinha
A primeira delas é um gancho, que pode ser usado para perdurar coisas na cozinha ou até mesmo para pendurar roupas no quarto. Basta usar um quadrado de madeira, pintado com as cores ou desenhos preferidos, e fixar nele uma colher antiga - quanto mais diferente for a colher, mais personalizado será o gancho. Depois de fixada, basta dobrar o cabo da colher e começar a pendurar o que quiser.

Organizador de revistas
As revistas também merecem um lugar especial. Invés de deixá-las espalhadas pela casa é possível transformar uma caixa de papelão em um organizador, como é comum em consultórios médicos. O sucesso desta dica, assim como de outras, irá depender da criatividade. Por isso, capriche na pintura e, se quiser, recorte as bordas com formatos diferentes.

Os “velhos lustres novos”
Lustres antigos têm um certo charme, no entanto, nem sempre combinam com o resto da decoração da casa. Por isso, a dica é dar uma “repaginada” no visual, deixando-os com uma aparência mais contemporânea. A dica é tirar a cúpula e pintá-lo com a cor que combine com a nova decoração, o visual será totalmente diferente do antigo.

Toalhas que ornam a cozinha
Para redecorar a cozinha, ou até mesmo os banheiros, uma boa opção é saber onde colocar as toalhas. Quando elas são colocadas nos lugares certos e com as cores adequadas, funcionam como a própria decoração. Assim, é possível dispensar outros itens e ainda economizar dinheiro.

Cama portátil
Essa ideia é boa para as pessoas que se mudam com frequência, normalmente estudantes, ou para aqueles que querem transportar sua cama para uma viagem. Escolha oito caixas plásticas grandes e una-as com velcro. Essa é a base da cama, depois basta colocar um colchão por cima. A opção é confortável e muito barata, para quem está dependente do improviso ou da praticidade.

Fonte: webimovel.com.br

domingo, 11 de setembro de 2011

Além de ter um melhor isolamento acústico e térmico, os tijolos ecológicos são mais sustentáveis




Uma série de fatores faz uma obra mais sustentável: desde a hora do planejamento até a construção, a escolha de produtos e serviços mais sustentáveis são importantes para o processo. Além disso, deve-se pensar em como a casa se comportará nos anos seguintes.

Uma das opções para construções é o tijolo ecológico, que utiliza um sistema de produção mais sustentável ainda na fábrica e permite várias vantagens para o usuário, como o isolamento térmico e acústico, além de obras mais limpas.

José Humberto Trivisan, proprietário da Eco Produção Tijolos Ecológicos, empresa de Curitiba, explica a produção dos tijolos ecológicos, diferente dos convencionais. “O processo inicia com a peneiração da terra. Em seguida, é feito a mistura do solo, cimento e água no misturador. Depois de pronta, a mistura segue para a prensa hidráulica. São 6 toneladas de pressão que transformam a massa em tijolos ecológicos. Na sequência, os tijolos passam pelo processo de hidrocura, ou seja, são curados com água durante quatro dias até adquirirem a resistência adequada”. Assim, o material não é cozido em fornos, deixando de utilizar lenha e de emitir gases do efeito estufa.

Veja as vantagens da troca do tijolo convencional pelo tijolo ecológico:

Modelos de tijolos são feitos para diferentes partes da obra (Foto: Divulgação/ Eco Produções).

1. Diminuição do tempo de construção (devido aos encaixes, que favorecem o alinhamento e prumo da parede);

2. Estrutura mais segura: como as colunas são embutidas nos furos, a carga de peso é melhor distribuída;

3. Redução no uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas;

4. Economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento e de 50% de ferro;

5. Maior durabilidade, podendo ser até seis vezes mais resistente que os convencionais;

6. Fácil acabamento, já que pode ser utilizado apenas com um impermeabilizante, podendo dispensar o uso de tintas e outros acabamentos. O assentamento dos azulejos também pode ser feito diretamente sobre os tijolos;

7. Isolamento térmico e acústico, gerados pelos furos no meio dos tijolos, que formam câmaras de ar;

8. Instalações hidráulicas e elétricas podem ser realizadas através dos furos.

Além dessas características, José utiliza na Eco Produções a mão de obra de detentos da penitenciária de Piraquara, região metropolitana de Curitiba.

Fonte: atitudesustentavel.uol.com.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os prós e contras de investir em flats

Esses pequenos imóveis são fáceis de alugar em cidades onde há um enorme déficit hoteleiro, como São Paulo e Rio; os preços, porém, já não são baixos como no passado

Flat: preços de venda já chegam a 15.000 reais por metro quadrado em São Paulo

São Paulo – Os flats podem ser uma excelente opção de investimento para quem pensa em comprar imóveis para obter uma renda mensal com aluguéis. Esse tipo de apartamento geralmente tem até 40 metros quadrados e um único dormitório. Exatamente devido ao tamanho reduzido, exigem um investimento inicial menor e geram receitas com aluguéis proporcionalmente maiores que apartamentos de grande porte. Como oferecem uma vasta gama de serviços, os flats são bastante procurados por executivos que estão trabalhando longe da cidade de origem ou solteiros que não querem perder tempo pensando na lavagem de roupa suja ou com a próxima faxina.

A demanda por flats se torna ainda maior em momentos de apagão no setor hoteleiro. Em cidades como São Paulo, onde quase não há hotéis de luxo em construção e os existentes chegam a cobrar 1.000 reais por uma única diária, os flats se tornaram uma opção interessante para as empresas economizarem com as despesas de estadia dos funcionários. Fazer o imóvel gerar uma renda mensal interessante, nesse cenário, ficou mais fácil para os proprietários.

Nem por isso é desnecessário ser extremamente cuidadoso ao investir em um flat. O principal problema é que os preços desses imóveis, que eram baixíssimos no início da década passada, se tornaram bem mais salgados nos últimos anos. Em São Paulo, já há lançamentos de flats ou apartamentos de um dormitório de altíssimo padrão que chegam a custar 15.000 reais o metro quadrado, segundo Alexandre Frankel, diretor da incorporadora Vitacon, que atua nesse segmento. Isso significa que um flat de 40 metros quadrados pode custar nada menos do que 600.000 reais.

Ninguém imaginaria que valores como esse se tornariam realidade há duas décadas, quando grandes metrópoles brasileiras passaram por uma bolha dos flats. No início dos anos 2000, havia milhares de desses imóveis vazios, à procura de um inquilino ou um comprador. A economia vivia um momento ruim, a demanda por quartos era pequena e as incorporadoras haviam feito lançamentos demais anos antes.

Tanto que, em meados da década passada, era possível comprar flats usados de médio padrão em bons bairros da capital paulista como Moema por 50.000 reais. Um dos investidores que entrou no mercado na segunda metade da década passada, comprou centenas de unidades, reformou os empreendimentos e ganhou muito dinheiro foi o fundo imobiliário Hotel Maxinvest, da Brazilian Mortgages. Não é à toa que, desde seu lançamento, esse fundo foi um dos que gerou maior retorno para os investidores.

Mas mesmo pagando mais caro, ainda é possível ganhar dinheiro com flats? Depende. Alexandre Frankel lembra que esses preços de 15.000 reias por metro quadrados só se justificam em lançamentos de altíssimo padrão em bairros de primeríssima linha, como Jardins, Itaim, Vila Nova Conceição ou Higienópolis. Ele afirma que fez um lançamento no início deste ano em que cobrou 10.500 reais por metro quadrado na Vila Olímpia. Como hoje em dia é possível cobrar aluguéis de até 8.000 reais por mês em um empreendimento como esse, o investimento pode ser interessante mesmo com o preço alto do imóvel. As empresas só topam pagar valores tão altos em estadia para seus funcionários porque hotéis de altíssimo padrão estão ainda mais caros.

Guilherme Rossi Cuppoloni, sócio da GR Properties, que também atua nesse segmento, lembra ao investidor que, antes de sonhar com uma renda de 8.000 reais por mês, é preciso tomar um importante cuidado na hora de fazer as contas e avaliar a atratividade de um flat. Como esse tipo de empreendimento oferece diversos serviços, geralmente as taxas mensais de condomínio são bastante elevadas e chegam a comer metade da renda gerada pelo aluguel.

Isso quer dizer que, caso o investidor consiga alugar seu flat por 8.000 reais mensais, vai efetivamente embolsar 4.000 reais. Caso pague 400.000 reais hoje pelo flat, portanto, o rendimento bruto mensal será de 1% do valor do imóvel. Ao comparar esse rendimento com outras aplicações financeiras, é importante lembrar que a renda com o aluguel ainda será tributada com Imposto de Renda, com uma alíquota que chega a até 27,5%.

Como a história mostra que não adianta esperar a queda de impostos no Brasil, o que o investidor pode fazer é procurar taxas de condomínio mais atrativas. As incorporadoras já perceberam isso e têm se adaptado de duas maneiras. Cuppoloni, da GR Properties, diz que a empresa deve lançar um empreendimento na Vila Madalena ainda neste ano em que devem ser oferecidos serviços mais limitados. Realizando limpezas dos apartamentos três vezes por semana, e não todos os dias, por exemplo, é possível baixar o custo de condomínio.

Já Frankel, da Vitacon, diz que cortar serviços pode não ser necessário. Ele acredita, inclusive, que agregar o maior número de serviços possível só contribui para elevar o valor de venda de um flat. Para não prejudicar os condôminos que não vão utilizar tudo o que é oferecido, entretanto, ele diz que pode ser uma boa ideia cobrar à parte serviços como entregas por motoboy ou personal trainer, onerando apenas quem contratá-los.

Guilherme Rossi Cuppoloni, sócio da GR Properties, que também atua nesse segmento, lembra ao investidor que, antes de sonhar com uma renda de 8.000 reais por mês, é preciso tomar um importante cuidado na hora de fazer as contas e avaliar a atratividade de um flat. Como esse tipo de empreendimento oferece diversos serviços, geralmente as taxas mensais de condomínio são bastante elevadas e chegam a comer metade da renda gerada pelo aluguel.

Isso quer dizer que, caso o investidor consiga alugar seu flat por 8.000 reais mensais, vai efetivamente embolsar 4.000 reais. Caso pague 400.000 reais hoje pelo flat, portanto, o rendimento bruto mensal será de 1% do valor do imóvel. Ao comparar esse rendimento com outras aplicações financeiras, é importante lembrar que a renda com o aluguel ainda será tributada com Imposto de Renda, com uma alíquota que chega a até 27,5%.

Como a história mostra que não adianta esperar a queda de impostos no Brasil, o que o investidor pode fazer é procurar taxas de condomínio mais atrativas. As incorporadoras já perceberam isso e têm se adaptado de duas maneiras. Cuppoloni, da GR Properties, diz que a empresa deve lançar um empreendimento na Vila Madalena ainda neste ano em que devem ser oferecidos serviços mais limitados. Realizando limpezas dos apartamentos três vezes por semana, e não todos os dias, por exemplo, é possível baixar o custo de condomínio.

Já Frankel, da Vitacon, diz que cortar serviços pode não ser necessário. Ele acredita, inclusive, que agregar o maior número de serviços possível só contribui para elevar o valor de venda de um flat. Para não prejudicar os condôminos que não vão utilizar tudo o que é oferecido, entretanto, ele diz que pode ser uma boa ideia cobrar à parte serviços como entregas por motoboy ou personal trainer, onerando apenas quem contratá-los.

Fonte: exame.abril.com.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Aumenta renda para comprar imóvel com juros menores

As famílias com renda de até R$ 5.400 já podem financiar um imóvel usado, de até R$ 170 mil, com juros de 8,16% ao ano, pelo programa Carta de Crédito FGTS. A Caixa Econômica Federal adaptou o simulador on-line para a faixa de renda e diz que as agências estão preparadas para receber a nova procura, que antes era dirigida à famílias com ganhos de até R$ 4.900.

A faixa de renda para participar do programa Minha Casa, Minha Vida também foi ampliada para rendimentos de até R$ 5.000. Pela nova regra, as famílias vão poder financiar imóveis novos de até R$ 170 mil também com a taxa de juros de 8,16%.

Com as mudanças, quem se encaixa nessa faixa de rendimentos vai poder pagar cerca de R$ 260 a menos por mês na parcela da casa própria, segundo especialistas. Isso porque as taxas de juros caem, nas duas modalidades, de 10,5% para 8,16%.

O governo também publicou anteontem (6) portaria no "Diário Oficial da União" que permite que as famílias com ganhos de até R$ 3.100 entrem no Minha Casa para financiar com juros de 5,5% ao ano e subsídio (desconto) de até 30% no valor do imóvel.

Outra mudança anunciada ontem é a de que o governo vai dividir com o FGTS o dinheiro para bancar as novas moradias. Agora, a União vai pagar até 17,5% do subsídio, e a diferença no desconto será paga pelo Fundo Garantidor do FGTS.

Fonte: folha.com.br