Translate

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Fusões e aquisições crescem 30,8% no setor imobiliário

Levantamento da KPMG é calculado sobre as operações feitas no ano passado

Imóveis

São Paulo - O número de transações de fusão e aquisição no setor imobiliário no Brasil cresceu 30,8% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da KPMG.

Conforme a pesquisa, no período, o número de negócios na área passou de 13 para 17.

Com a performance, o setor imobiliário passa do oitavo para o sétimo lugar no ranking das áreas que mais realizaram fusões e aquisições no Brasil.

De acordo com o estudo, neste ano foram realizadas onze transações domésticas no segmento, sendo que duas envolveram companhias estrangeiras que adquiriram ativos no País.

Fonte: exame.com.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Decoração que cabe no bolso

Garimpar e customizar são alternativas para ter a decoração dos sonhos a um preço mais baixo.


Muita gente acredita que decorar a casa é um luxo que não cabe no orçamento. A boa notícia é que existem várias opções para deixar o lar criativo, chique e, o melhor, gastando pouco. Os profissionais do segmento estão de olho no aumento pela busca por recursos de decoração com um custo mais baixo e oferecem dicas e ideias que atendem a todos os públicos.

Para a designer de interiores Carla Fontoura, a grande procura por uma decoração mais acessível se deve ao boom imobiliário, que gerou um número significativo de consumidores que adquiriram a casa própria. Após a realização deste sonho, vem o segundo passo: deixar a casa mais bonita: “As pessoas querem ter o lar mais aconchegante de forma a valorizar o empreendimento. Isso é possível quando o profissional consegue descobrir produtos de design e qualidade para ambientar os espaços”, destaca.

Contudo, como fazer para não errar na hora de decorar a casa e ainda gastar pouco dinheiro? A resposta é simples. A contratação de um profissional da área é indispensável! E isso não significa gastar mais, pelo contrário, é o arquiteto ou designer que vai desenvolver um projeto a um custo menor, além de avaliar as prioridades e o que exatamente deve ser feito. Segundo Carla, é este o atual objetivo dos profissionais: “Tornar a decoração acessível e realizável”.

Para que isso seja possível é necessário customizar móveis e objetos. Outra opção é mudar o layout dos móveis, a fim de proporcionar novos ares ao ambiente, sugerem Ana Karina Chaves e Klazina Norden, da AKinteriores. Porém, a grande sacada é garimpar peças: “Buscar objetos em feiras, mercados e antiquários usando a criatividade e bom gosto alivia no orçamento do projeto, além de conferir originalidade”.

Fonte: imovelweb.com.br

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Casa do futuro se adaptará ao dono

Integração de todos os aparelhos eletrodomésticos e alto grau de personalização devem ser mais presentes nas residências daqui a algumas décadas

Smartdoor, da iHouse
Uma das tecnologias já existentes é o uso da impressão digital ou de senhas para abrir portas, acender luzes, ligar o ar condicionado e abrir ou fechar persianas

São Paulo – A realidade mostrada no desenho dos Jetsons, de Hannah-Barbera, está cada vez mais próxima à de residências de luxo atuais. Hoje já é possível, por exemplo, ligar o chuveiro, a banheira, a TV e as luzes sem estar em casa, usando apenas o celular.

E essa integração de tecnologias e funções não vai parar por aí, nas próximas décadas. Pelo menos é nisso que acredita Sérgio Corrigliano, gerente de produtos da iHouse, empresa especializada em automação residencial.

“A diferença entre uma TV, um computador e um celular é muito pequena hoje, e a integração deles com a casa vai ser muito maior”, diz. Essa integração permitirá o monitoramento avançado da movimentação da casa, função que Corrigliano acredita que será predominante no futuro.

Segundo ele, com o uso de sensores de presença, da internet, câmeras e aparelhos interligados, além de controlar tudo remotamente, será possível fazer um histórico dos movimentos dos moradores. Assim, a casa “saberá” quem está em cada cômodo e como preparar o ambiente para essa pessoa.

É aí que entra outra funcionalidade que Sérgio Corrigliano afirma que será forte no futuro das residências: a personalização. Será possível definir as preferências de cada morador para que sejam executadas quando estiverem presentes.

A casa poderá, por exemplo, ligar o aparelho de som do quarto do filho quando perceber que ele chegou, ou acionar a banheira na temperatura certa quando a mãe chega do trabalho. Ou ainda deixar as luzes acesas ou apagadas de acordo com quem estiver na sala.

Hoje, algumas funcionalidades de personalização já existem, mas seu controle ainda fica nas mãos do usuário, pessoalmente ou por celular. Para Corrigliano, na medida em que essas tecnologias se tornarem mais comuns, o morador sequer vai perceber a existência dessa integração. Tudo ficará natural.

E ele vai ainda mais longe. “Eu acredito que chegará o momento, num futuro mais distante, em que os aparelhos eletrônicos estarão conectados ao nosso cérebro e poderemos controlar as coisas sem precisar fazer nada”, diz.

Por enquanto, a integração entre os aparelhos e funcionalidades da casa já é um desafio e tanto. E, se ele fosse escolher um ambiente da casa que considera mais difícil de integrar e transportar para anos à frente, certamente seria a cozinha. Isso porque seus eletrodomésticos são os que mais exigem a presença de alguém para preparar os alimentos.

No longo prazo, o gerente de produtos acredita que será necessário pensar em um novo conceito de cozinha, com eletrodomésticos planejados onde a automação seja maior e onde se tenha o menor trabalho. “Um exemplo poderia ser um equipamento que conserva o alimento e, se a pessoa quiser, ele pode preparar a comida. É difícil falar sobre o futuro, mas sempre acaba havendo uma novidade para quebrar o paradigma”, afirma.

Fonte: exame.com.br

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Imóveis: saiba qual o melhor financiamento para o seu perfil

SÃO PAULO – Na hora de adquirir um imóvel, é comum que o consumidor tenha dúvida em relação a qual financiamento optar. O perfil de cada comprador pode ser decisivo para a escolha da opção de pagamento mais correta.

O ideal é, além do financiamento, ter uma folga financeira para a criação de uma reserva. “Para não correr risco, o ideal é não comprometer mais que 30% da renda mensal, além de ter um fundo de reserva”, explica o presidente da Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo), Marco Aurélio Luz.

Entre as modalidades oferecidas e mais comuns entre os compradores de imóveis, estão o sistema de consórcio, a compra diretamente com a construtora e por meio do banco, pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) ou SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário).

Sem pressa

Para o consumidor que tem o sonho da casa própria, mas não tem pressa em entrar no imóvel, o consórcio pode ser uma boa opção, pois possui encargos mais baixos e dá a possibilidade de o comprador utilizar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), assim como nas outras modalidades de financiamento, só que, neste caso, o fundo é usado para dar os lances e assim receber a carta de crédito antes do final do consórcio. O prazo de liberação da carta vai de 60 a 180 dias.

Outro atrativo do consórcio é que não há valor mínimo do imóvel, mas, para que o financiamento desse tipo seja viável, o presidente orienta que seja feito com imóveis a partir de R$ 250 mil. Além disso, em caso de inadimplência, são cobrados juros de 1% ao mês e multa de 2% sobre as parcelas não pagas.

Por outro lado, o consórcio tem suas desvantagens, como as taxas de adesão e administração, que podem comprometer em até 20% das prestações, mas o mais importante é que o consumidor esteja preparado para o final do consórcio, pois o valor financiado, no final, pode ser desvalorizado e o consumidor pode ter de dispor de mais dinheiro, caso queira morar na região dos sonhos. “Por isso, esse financiamento é ideal para quem não tem urgência para se mudar”, explica Luz.

Imóvel caro e quitação rápida

O consumidor que quer comprar imóveis que custam mais de R$ 500 mil e pretendem quitar as parcelas em pouco tempo, financiar direto com a construtora pode ser um caminho viável para quem deseja negociar com o incorporador.

Além disso, tratar diretamente com a construtora inclui a menor rigidez para conseguir a concessão de crédito, além de existir a possibilidade de acordo, no caso de inadimplência.

O problema em negociar com o construtor são os juros, que chegam a ser de 12% ao ano mais o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), o que encarece o preço final.

Outra desvantagem é que, no caso da construtora falir, o consumidor terá problemas para reaver o dinheiro investido. “Caso a construtora quebre antes da entrega das chaves, o consumidor pode não conseguir recuperar o dinheiro”, alerta o presidente.

Mudar rápido com pagamento parcelado

Para quem precisa mudar imediatamente, mas não possui dinheiro para pagar o imóvel à vista, o financiamento com os bancos é a opção mais viável, porém existem duas modalidades, o SFH e o SFI.

De acordo com o presidente, no SFH, as taxas de juros são menores que as do SFI. Na primeira modalidade, as taxas são, em média, 12% ao ano, enquanto no SFH elas chegam a 15%. Apesar disso, o presidente explica que, além da taxa de juros, a correção do saldo devedor é feita mensalmente pela TR (taxa referencial). "O mutuário também precisa ficar atento à taxa de administração, pois, se os juros são baixos, a taxa de administração é alta e vice-versa".

Por outro lado, no SFI, o consumidor pode adquirir imóveis de qualquer valor, enquanto, no SFH, são aceitos imóveis de até R$ 500 mil.

No caso de atraso de pagamento, a modalidade SFH dá três meses para que o consumidor resolva o problema. Já o SFI toma a propriedade em 15 dias, após a notificação do cartório.

Qual o melhor financiamento para o seu perfil?

ConsórcioConstrutoraBanco
Para quem...não tem pressaquer imóveis acima de R$ 500 mil e quer quitar as parcelas em pouco tempoquer receber o imóvel de imediato e não tem condições de pagar à vista
Vantagens
  • juros baixos em caso de inadimplência
  • uso do FGTS para dar de lance e receber a carta de crédito antes
  • prazo de liberação da carta de 60 a 180 dias
  • facilidade de negociação com o incorporador
  • menor rigidez para conseguir concessão de crédito
  • SFH - menor taxa de juros (12% a.a.) 
  • SFH - mais fôlego. Na ocorrência de atrasos no pagamento, são três meses para resolver o problema
  • SFI - sem limite de valor do imóvel
Desvantagens
  • as taxas de administração e adesão, além do seguro e fundo de reserva, podem comprometer em até 20% das prestações
  • valor da carta de crédito pode ficar desvalorizado, fazendo com que seja necessário escolher outro local para morar
  • após a entrega das chaves, são cobrados juros de 12% a.a. mais o IGP-M, encarecendo o preço final do imóvel
  • a escritura só é entregue após a quitação das prestações
  • se a construtora falir antes da entrega das chaves, o consumidor pode ter dificuldade para recuperar o dinheiro
  • SFI - perda da propriedade pelo não pagamento do imóvel em 15 dias após a notificação do cartório
  • taxa de juros que variam entre 13% e 15% a.a.
  • ambas as modalidades: correção do saldo devedor feita mensalmente pela TR (taxa referencial)
Valor do imóvelApesar de não ter valor mínimo, o viável é a partir de R$ 250 milApesar de não ter valor mínimo, o viável é a partir de R$ 150 milSFH - até R$ 500 mil
SFI - não tem limite
Fonte: AMSPA

Fonte: InfoMoney

Mercado imobiliário vai crescer acima do PIB

A aceleração acima do PIB deverá se manter em 2011, com o setor crescendo 5,5% contra uma previsão do PIB abaixo de 4%

Em ritmo acelerado, o mercado imobiliário do país cresceu, no ano passado, 11,6%, o equivalente a 4,1 pontos percentuais acima dos 7,5 do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo mostra uma pesquisa realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ) com base em dados do IBGE e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A aceleração acima do PIB deverá se manter em 2011, com o setor crescendo 5,5% contra uma previsão do PIB abaixo de 4% (segundo boletim Focus de ontem, o crescimento deve ficar em 3,96%). 

"Isto é resultado do aumento do crédito imobiliário, que faz o mercado acelerar", explica o presidente da Ademi-RJ, Conde Caldas, acrescentando que momento como o atual só foi vivido em 1982. "O crédito voltou quando a legislação restabeleceu a fidúcia (possibilidade de retomar o imóvel caso o proprietário não pague o financiamento)", explica. Além disso, diz Caldas, há um momento de emprego, de confiança na economia, o que estimula o comprador. 

De 2009 para 2010, o crédito imobiliário cresceu de R$ 49,6 bilhões para R$ 83,1 bilhões (67,5%). A estimativa é de que, em 2011, chegue a R$ 115 milhões, alta de 38,4%. Pela primeira vez na história, o número de unidades financiadas no ano passou de um milhão, foi de 1,052 milhão, contra 670 mil em 2009. Do total, do ano passado, 631 mil unidades foram financiadas com recursos do FGTS e 421 mil pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). No primeiro trimestre de 2011, o total de imóveis financiados foi de 306 mil, e a estimativa é de que este número chegue a 1,2 milhão no ano. 

Caldas destacou que a expansão não está baseada numa bolha, mas na demanda. "O déficit habitacional era de 5,8 milhões em 2009. Estima-se que, com o PAC 2, caia para 4 milhões, nos próximos anos". Segundo a pesquisa, o déficit é de 1,127 milhões em São Paulo, 19% do total, e de 537 mil no Rio, 9,3%. 

O empresário, que é dono da construtora Concal, explica que no Brasil o crédito imobiliário corresponde a 4% do PIB, mas deve chegar em 9% em 10 anos. No entanto, nos Estados Unidos este percentual chega a 78%; no Reino Unido, a 83%; e na Dinamarca, 100%. "Não temos bolha. Temos é uma demanda reprimida por anos de falta de crédito e de economia parada". 

Quando questionado sobre a especulação, na qual um número cada vez maior de pessoas compra imóveis para alugar ou como investimento, Conde diz ser natural. "No Brasil, 80% dos imóveis são próprios e só 20% estão disponíveis para aluguel. Em países em desenvolvimento a relação é de 50% a 55% próprios e 45% a 50% para aluguel."

Fonte: Valor Econômico

Acessibilidade dentro de casa


enviar por e-mail
Acessibilidade dentro de casaSaiba como adaptar uma residência aos usuários de cadeiras de rodas com segurança, conforto e liberdade

* campos são obrigatórios
Saiba como adaptar uma residência aos usuários de cadeiras de rodas com segurança, conforto e liberdade


Nada melhor do que chegar em casa e poder desfrutar de conforto e liberdade. A habitação é um ambiente particular, onde cada um impõe suas necessidades e busca sua identidade. Esse é um direito de todos, inclusive daqueles que vivem em cadeiras de rodas.

Segundo estatísticas do IBGE, no Brasil, existem mais de 9.300 cadeirantes e, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar lugares adaptados ou próprios para essas pessoas. “Passei cinco anos procurando um lugar para morar que tivesse o mínimo de acessibilidade, com rampas e um bom espaço externo”, diz a vereadora de São Paulo Mara Gabrilli, que ficou tetraplégica após um acidente de carro, em 1994.

Tornar a residência acessível é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. De acordo com a doutora em arquitetura inclusiva e diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível, Sandra Perito, é a junção desses elementos que torna a residência um lugar seguro, confortável e apto a um cadeirante.

Facilite o acesso

Oferecer condição de acesso é eliminar qualquer desnível que possa existir no decorrer no percurso. “Todo piso deve ter superfície regular, firme, estável, antiderrapante e que não provoque trepidações”, afirma a arquiteta Karla Cunha. Além disso, é importante que os capachos sejam embutidos no piso e os tapetes ou forrações tenham suas bordas firmemente fixadas. Caso contrário, simplesmente elimine esses objetos.


Libere a circulação

Outra condição muito importante ao cadeirante é a circulação. “A idéia principal de adaptar um lugar é dar total independência ao morador deste local, dar espaço suficiente para que ele consiga se movimentar o máximo possível, diz Sandra.

No caso dos usuários de cadeiras de rodas, uma das recomendações mais importante dentro de um lar é que ele tenha uma área de giro de 360º para se mover com total liberdade e autonomia. “Gosto de ser livre, de me movimentar. A pior coisa é ter que chegar em casa, depois de um dia inteiro de trabalho e ficar fazendo manobras para entrar nos lugares”, afirma Mara.

Segundo a arquiteta especializada em acessibilidade, Thais Frota não é necessário um lugar imenso para que o cadeirante tenha liberdade e sim, que o espaço, seja bem projetado com todas as devidas recomendações.


Aumente os espaços


“As portas precisam ter no mínimo 80 cm de vão livre, os corredores, 1,20 m de comprimento e, no caso de prédios, os elevadores têm que medir 80 cm de largura x 1,20 m de comprimento”, explica Thais. Além disso, recomenda-se colocar bancos fixos e barras de sustentação dentro dos boxes do banheiro para facilitar o banho dos cadeirantes.

As barras de sustentação, que também são colocadas ao lado do vaso sanitário devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. “No boxe é correto colocar duas barras de apoio, uma na vertical e outra na horizontal e no vaso sanitário uma de cada lado”, afirma Thais.

Apesar de serem medidas maiores que o normal, como no caso das portas, corredores e elevadores, a vereadora Mara Gabrilli garante que existem alternativas que equilibram esse espaço e não atrapalham os usuários de cadeiras de rodas, como utilizar portas de correr e tirar as paredes da residência. “Meu quarto e banheiro são unidos. Isso facilitou muito o deslocamento e trouxe conforto”, relata Mara.

 Garanta a aproximação



A aproximação é a terceira condição para que o cadeirante sinta-se a vontade em sua própria residência. “O mais importante é retirar todos os gabinetes e colunas sob os lavatórios, pois o usuário de cadeira de rodas precisa do espaço inferior livre para que a cadeira e suas pernas possam se adequar ao ambiente”, afirma Thais.

O portador da cadeira de rodas necessita poder alcançar peças e objetos para realizar todas as suas atividades. Neste caso é preciso prestar atenção quanto à altura e distância de torneiras, janelas, espelhos, mesas e interruptores.

Segundo Sandra Perito, para maior conforto do cadeirante é recomendado colocar as torneiras ao lado da pia. Além disso, as janelas têm que ser baixas (80 cm) para facilitar a visualização de fora e os interruptores adaptados ao alcance de todos, sejam cadeirantes ou não. Nos espelhos recomenda-se uma inclinação de 10º para frente.

Conforto individual


Apesar de todas essas recomendações em medidas, quando se fala em residências particulares adaptadas não existe um tamanho padrão e sim medidas individuais. “Estamos sempre nos baseando na norma da ABNT NBR 9050 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de 2004, mas quando adaptamos residências particulares, o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa”, afirma Thais.

“No início, uma das coisas que eu menos gostava era tomar banho sentada no banco dentro do chuveiro. Depois que eu descobri a banheira, minha vida mudou. Com o tempo, dentro do novo lar, a pessoa descobre suas necessidades e procura adaptá-las”, diz Mara.

Mesmo assim, segundo Karla, nas áreas comuns, como entradas de prédios, jardins e áreas de lazer, essas adaptações padrões são obrigatórias e devem ser cobradas por todos, principalmente pelo responsável do condomínio ou prédio.

Fonte: delas.ig.com.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Como combinar as cores na composição dos ambientes

Arquiteta ensina como escolher cores dentro de uma mesma linhagem para não errar na decoração



A escolha das cores é fundamental para uma boa composição dos ambientes em casa, mas a dificuldade em combiná-las faz com que muitas pessoas fiquem com receio de usá-las.

De acordo com a arquiteta Vanessa Trad, a dica para não errar é usar cores da mesma família:

Família 1: vermelho, laranja, amarelo, marrom
Família 2: Roxo, azul, violeta
Família 3: verde, azul

"Claro que essas famílias podem se cruzar, formando composições ainda mais interessantes, mas para pessoas que não entendem muito do assunto, é legal tentar compor dentro de cada linhagem", orienta Vanessa.

A arquiteta sugere ainda que, como as cores não são de agrado geral, podem ser utilizadas apenas em peças menores como almofadas e elementos de decoração que não são fixos e que podem ser trocados facilmente e não cansam a visão.

"Abuse das cores, não tenha medo de errar. Certamente eles proporcionarão uma maior qualidade de vida aos usuários e, consequentemente, uma energia mais positiva a nossa casa", diz ela.

Fonte: imovelweb.com.br