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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Pressão imobiliária deixa São Paulo "ilhada" por favelas

A valorização imobiliária das áreas centrais de São Paulo e de regiões antes consideradas periféricas vem empurrando as favelas para as fronteiras da capital paulista

Mapa da Secretaria Municipal de Habitação mostra que as favelas formam hoje um cinturão nos limites da cidade, que, muitas vezes, transborda para o entorno.

Desde os anos 1990, a região central perde população e a periferia ganha, mas na última década essa expansão avançou pela metrópole. Segundo o Censo 2010, dos 39 municípios da região, 34 cresceram mais que a capital nos últimos dez anos.

O movimento pressiona as cidades vizinhas ao elevar a demanda por serviços como moradia, educação, saúde, transportes, água e esgoto.



Fonte: Folha.com

sábado, 16 de julho de 2011

Piscinas e churrasqueiras, lazer na medida certa


Preste atenção nesta história: “Estou com minha casa pronta, me mudei há poucos dias, excelente condomínio,  bela fachada, etc...  enfim, uma construção onde muito investi. Mas há duas coisas que me deixaram totalmente frustrado e minha esposa e filha ainda mais: na minha piscina o sol incide  por poucas horas do dia,  ao contrário da churrasqueira, que é totalmente invadida pelo sol durante toda à tarde  “queimando as minhas pernas”, o calor é enorme e por isto é quase impossível  permanecer nesse local por muito tempo. Instalei ventiladores de teto e fiz alguns fechamentos com toldos, mas esta área mais parece uma “estufa”.  Não sei o que fazer para resolver este impasse, pois gostamos de receber nossos amigos e parentes nos finais de semana, relaxando na piscina, fazendo um churrasco...”

Neste caso, para  atendermos este cliente que nos procurou e tentar amenizar os transtornos, a  solução foi modificar e redistribuir todo o layout e decoração do espaço, criando painéis de controle solar, pergolados,  paisagismo com espécies de alturas adequadas  e  aberturas de vãos  para proporcionar ventilação cruzada, a fim de renovar o ar, aumentar a refrigeração e conforto deste espaço.

Junto à piscina, com a pouca incidência do sol, a solução foi a ampliar o entorno da piscina, criando um solarium molhado (prainha), que foi complementado com piso antiderrapante atérmico e  instalamos um sistema de aquecimento solar mais eficiente do que o  instalado anteriormente. Estas soluções  tornaram parte ampliada da piscina ensolarada em boa parte do dia e com a água em  temperatura mais agradável.

Infelizmente, casos como este são muito comuns e ocorrem com freqüência, mas na arquitetura sempre irá existir soluções que poderá ao menos diminuir  problemas e em alguns casos até eliminá-los em 100%, mas isto sempre implicará em custos extras e de certa forma alguns prejuízos e desgastes... Neste caso em particular não foi considerado o sol nascente e poente, e o vento predominante da área edificada.

Portanto um estudo preliminar minucioso é determinante e obrigatório antes de ser iniciado o desenvolvimento do projeto arquitetônico, para que ele seja bem elaborado, contenha todos os elementos necessários, espaços funcionais e agradáveis.

Fonte:  campidellis.com.br

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Casa ecológica é feita com sobras, madeira reciclável e garrafas pet

O projeto é da Universidade Tecnológica do Paraná. No futuro, a ideia é usar energia reaproveitável para abastecer um carro elétrico.

Placas encaixadas, as paredes já vem prontas. É como um brinquedo de montar. A obra é rápida e limpa. Enquanto 10% do material usado numa construção comum de alvenaria vira lixo, em uma obra ecológica a quantidade de resíduos fica perto de zero.

No escritório verde da Universidade Tecnológica do Paraná vai funcionar um centro para apoiar os projetos sustentáveis dos professores e alunos. O próprio escritório é um deles. O telhado está virado para a região mais ensolarada da cidade, onde vão ficar os painéis de energia solar. As janelas têm vidros duplos, o que diminui o barulho. Elas também aumentam a luminosidade e não é preciso acender a luz durante o dia. Quando as janelas - uma em frente a outra - são abertas, uma corrente de ar refresca o ambiente.

A construção verde não poderia deixar de ter um jardim e ele fica num local inusitado: o telhado. Além da grama, ele também foi feito com a ajuda de materiais reciclados, e a solução foi bem criativa. “A grama fixa dentro dos módulos material reaproveitado de sola de sapato. Vem tudo do Rio Grande do Sul, que tem muita fábrica de sapato. A gente vai fazer com flores, posso fazer canteiro de ervas. Só não posso usar plantas de raízes profundas, são raízes rasas. O ecotelhado diminui de três a cinco graus a temperatura dentro da casa”, explica o professor Eloy Casagrande, coordenador do projeto.

A madeira das paredes é de reflorestamento. Os painéis têm espaço para receber um material feito de lixo reciclado. “No nosso caso, estamos usando manta de pet reciclado, cada metro quadrado dela recicla 30 garrafas. Eu tenho aqui sete mil garrafas, que me garante o conforto térmico. Se eu colocar manta de 5mm de borracha, que é de pneu reciclável, acabo aumentando o isolamento acústico”, diz Eloy.

O reaproveitamento é regra no escritório verde. A escada, por exemplo, é feita de restos de escada. A madeira que seria jogada fora, queimada, acaba virando produto ainda com design, com estética bem agradável.

Quando ficar pronta, a casa vai gerar energia com a luz do sol e a força do vento. A ideia do futuro é usar essa energia para abastecer um carro eletrécio, que a universidade está fazendo em parceria com uma empresa. A bateria é carregada na tomada, como um telefone celular. Uma carga de oito horas dá uma autonomia de 120km.

Outra opção é jogar a sobra de energia na rede elétrica para ajudar a iluminar a cidade e manter a natureza protegida.

Fonte: Jornal Hoje

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Poste de iluminação Pública 100% alimentado por energia eólica e solar

Empresário cearense desenvolve o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar


As tecnologias limpas – aquelas que não queimam combustível fóssil – serão o futuro do planeta quando o assunto for geração de energia elétrica. E, nessa onda, a produção eólica e solar sai na frente, representando importantes fatias na matriz energética de vários países europeus, como Espanha, Alemanha e Portugal, além dos Estados Unidos. Também está na dianteira quem conseguiu vislumbrar essa realidade, quando havia apenas teorias, e preparou-se para produzir energia sem agredir o meio ambiente.

No Ceará, um dos locais no mundo com maior potencial energético (limpo), um ‘cabeça chata’ pretende mostrar que o estado, além de abençoado pela natureza, é capaz de desenvolver tecnologia de ponta.


O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energias eólica e solar. Com modelos de 12 e 18 metros de altura (feitos em aço), o que mais chama a atenção no invento, tecnicamente denominado de Produtor Independente de Energia (PIE), é a presença de um avião no topo do poste.

Feito em fibra de carbono e alumínio especial – mesmo material usado em aeronaves comerciais –, a peça tem três metros de comprimento e, na realidade, é a peça-chave do poste híbrido. Ximenes diz que o formato de avião não foi escolhido por acaso. A escolha se deve à sua aerodinâmica, que facilita a captura de raios solares e de vento. "Além disso, em forma de avião, o poste fica mais seguro. São duas fontes de energia alimentando-se ao mesmo tempo, podendo ser instalado em qualquer região e localidade do Brasil e do mundo", esclarece.

Tecnicamente, as asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo. Cumprindo a mesma tarefa de gerar energia, estão as hélices do avião. Assim como as naceles (pás) dos grandes cata-ventos espalhados pelo litoral cearense, a energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro dessas pás.

Cada poste é capaz de abastecer outros três ao mesmo tempo. Ou seja, um poste com um "avião" – na verdade um gerador – é capaz de produzir energia para outros dois sem gerador e com seis lâmpadas LEDs (mais eficientes e mais ecológicas, uma vez que não utilizam mercúrio, como as fluorescentes compactas) de 50.000 horas de vida útil dia e noite (cerca de 50 vezes mais que as lâmpadas em operação atualmente; quanto à luminosidade, as LEDs são oito vezes mais potentes que as convencionais). A captação (da luz e do vento) pelo avião é feita em um eixo com giro de 360 graus, de acordo com a direção do vento.

À prova de apagão

Por meio dessas duas fontes, funcionando paralelamente, o poste tem autonomia de até sete dias, ou seja, é à prova de apagão. Ximenes brinca dizendo que sua tecnologia é mais resistente que o homem: "As baterias do poste híbrido têm autonomia para 70 horas, ou seja, se faltarem vento e sol 70 horas, ou sete noites seguidas, as lâmpadas continuarão ligadas, enquanto a humanidade seria extinta porque não se consegue viver sete dias sem a luz solar".

O inventor explica que a idéia nasceu em 2001, durante o apagão. Naquela época, suas pesquisas mostraram que era possível oferecer alternativas ao caos energético. Ele conta que a caminhada foi difícil, em função da falta de incentivo – o trabalho foi desenvolvido com recursos próprios. Além disso, teve que superar o pessimismo de quem não acreditava que fosse possível desenvolver o invento. "Algumas pessoas acham que só copiamos e adaptamos descobertas de outros. Nossa tecnologia, no entanto, prova que esse pensamento está errado. Somos, sim, capazes de planejar, executar e levar ao mercado um produto feito 100% no Ceará. Precisamos, na verdade, é de pessoas que acreditem em nosso potencial", diz.

Mas esse não parece ser um problema para o inventor. Ele até arranjou um padrinho forte, que apostou na idéia: o governo do estado. O projeto, gestado durante sete anos, pode ser visto no Palácio Iracema, onde passa por testes. De acordo com Ximenes, nos próximos meses deve haver um entendimento entre as partes. Sua intenção é colocar a descoberta em praças, avenidas e rodovias.

O empresário garante que só há benefícios econômicos para o (possível) investidor. Mesmo não divulgando o valor necessário à instalação do equipamento, Ximenes afirma que a economia é de cerca de R$ 21.000 por quilômetro/mês, considerando-se a fatura cheia da energia elétrica. Além disso, o custo de instalação de cada poste é cerca de 10% menor que o convencional, isso porque economiza transmissão, subestação e cabeamento.

A alternativa teria, também, um forte impacto no consumo da iluminação pública, que atualmente representa 7% da energia no estado. "Com os novos postes, esse consumo passaria para próximo de 3%", garante, ressaltando que, além das vantagens econômicas, existe ainda o apelo ambiental. "Uma vez que não haverá contaminação do solo, nem refugo de materiais radioativos, não há impacto ambiental", finaliza Fernandes Ximenes.

Fonte: Portal do Sol

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ONU destaca moradia popular ''verde'' em Cubatão

Nações Unidas reconhecem construção da CDHU no Estado como exemplo de prática sustentável que pode ser replicada em outros países


A construção verde, com tecnologias que poupam água, energia elétrica e usam materiais que afetam menos o ambiente, não é mais privilégio de edifícios corporativos ou condomínios de alta renda. Em São Paulo, conjuntos habitacionais populares já ostentam várias dessas tecnologias.

A Companhia de Desenvolvimento Urbano e Social (CDHU) começou a experimentar a construção verde em casas populares em 2007. Uma delas, o conjunto habitacional Rubens Lara, em Cubatão, chamou a atenção das Nações Unidas. O programa Sushi (Iniciativa de Habitação Social Sustentável, na sigla em inglês), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, reconheceu o projeto como alternativa que pode ser replicada.

Silvio Torres, secretário estadual de Habitação, diz que a incorporação de tecnologias verdes na construção de moradias populares faz parte de um programa mais abrangente, a remoção da população de áreas consideradas de risco (mais informações nesta página). "Hoje existem no Estado 350 mil unidades habitacionais do CDHU e há potencial para que 200 mil adotem tecnologias verdes", diz.

Outro conjunto da CDHU, em Santo André, é construído com critérios verdes. A meta é buscar uma certificação de mercado de construção verde.

"O grande desafio é conciliar baratos com tecnologias mais caras - mas que podem proporcionar economia no longo prazo", diz o secretário. É o caso do aquecedor solar, que, embora mais caro que o chuveiro elétrico, proporciona uma economia de cerca de 30% na conta de energia.

Luz natural. Em geral, construir de forma verde custa 10% mais que uma obra comum. "Mas isso não é custo, é investimento", diz Marcelo Prado, arquiteto responsável pelo conjunto de Cubatão. De longe, já se percebe que as janelas dos prédios do Rubens Lara são maiores que as das construções populares mais antigas que o rodeiam.

As janelas amplas, que permitem maior iluminação e ventilação dos imóveis, e os cilindros metálicos, que integram o sistema de captação de energia solar para aquecer a água, são duas das várias medidas de construção verde utilizadas pela CDHU no conjunto construído para abrigar famílias retiradas das encostas da Serra do Mar.

Segundo o assessor de sustentabilidade da Secretaria de Habitação, Gil Scatena, as medidas que facilitam a acessibilidade também chamaram a atenção da ONU. "As portas são mais largas, as janelas e interruptores estão em altura adequada e há apartamentos térreos para portadores de deficiência", explica.


Fonte: O Estado de S.Paulo

terça-feira, 12 de julho de 2011

20 tipos de vidros: ecoeficiência, beleza e segurança


De 4000 a.C. até hoje, pouca coisa mudou na composição do vidro: a mistura básica ainda funde sílica (areia) e outros minerais. Mas no resultado final... Quanta diferença! Impulsionada por novos processos de fabricação e beneficiamento, essa indústria deu um salto em números e qualidade no país. E, quanto maior a demanda, maior o investimento em tecnologia – graças a ela, produtos como chapas autolimpantes e de controle solar já são uma realidade incorporada ao repertório nacional. 

Ecoeficiência

Dentre as novidades verdes, despontam os vidros seletivos, capazes de refletir mais calor que luminosidade. Nas versões atuais, diminuiu-se o aspecto espelhado. Obter o resultado ideal, porém, exige conhecer cada produto: “Os vidros low-e [de baixa emissividade, comuns na Europa e recém-chegados aqui] funcionam bem em países frios, pois permitem a entrada de radiação solar e não a deixam sair, mantendo os interiores aquecidos. Nos trópicos, vale apostar nos modelos com controle solar associado”, diz a arquiteta gaúcha Lisandra Fachinello Krebs, consultora da Krebs Sustentabilidade e profissional acreditada pelo LEED (selo americano de green building). Nestes, a mesma chapa combina camadas de substâncias com as duas propriedades, tornando-a apta a diminuir a incidência de calor de um lado e evitar a perda de refrigeração do outro.

Segurança

Anteriormente tímido em sua participação na construção civil, o vidro agora compõe degraus, guarda-corpos, vigas e outras estruturas até então entregues a materiais como concreto e madeira. “Uma vez identificados os problemas que aumentavam a fragilidade do vidro, buscou-se neutralizá-los”, diz Paulo Duarte, referindo-se aos métodos tradicionais de corte e lapidação que intensificavam a presença de microfissuras intrínsecas ao material e diminuíam seu desempenho. Além do aperfeiçoamento dessas tecnologias já conhecidas, novas técnicas surgiram – como o corte com laser e jatos d’água, alternativas ao bom e velho diamante. Outro fator que colaborou para a maior presença do vidro na arquitetura foi a melhora no beneficiamento. Na laminação, sobressai a busca por películas de maior segurança para o recheio entre as folhas.

Estética

Não faz muito tempo que as opções em vidros impressos se resumiam a padrões canelados e martelados, aqueles comumente vistos nas janelas de banheiros e lavanderias de antigamente. Surgiram pontilhados, estrias, quadriculados e outros acabamentos de visual moderno, com outra vantagem: o incremento na fabricação garante uniformidade à face lisa das chapas, característica fundamental para que a maioria delas aceite beneficiamentos como laminação, têmpera e serigrafia. A laminação, aliás, é outro segmento repleto de possibilidades: além da cartela de cores infinita, o processo avançou a tal ponto que tornou possível rechear os sanduíches de vidro com reproduções de fotos, cortes de tecido e lâminas melamínicas, entre outras opções – bem como preparar folhas de até 6 m de comprimento (na têmpera, o limite atual é de 5,20 m), para a felicidade do arquiteto paulista Arthur Casas. “Quanto menos emendas, melhor”, afirma ele, que sonha com placas ainda maiores, já corriqueiras em outros países.

Fonte: casa.abril.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um em cada dez brasileiros já mora em prédios

Nos últimos 10 anos, o número de apartamentos da região Norte cresceu em um ritmo 3,5 vezes maior que no restante do Brasil

"Reserve já o seu apartamento no Real Park Residence, condomínio clube próximo do Unique Shopping, com três quartos, duas vagas e academia", diz o anúncio de um prédio neoclássico, com andares a perder de vista. Seria mais um entre tantos folhetos distribuídos nos semáforos de São Paulo ou do Rio, não fosse a propaganda de um edifício em Parauapebas, no Pará, um município a 700 km de Belém e que há duas décadas não passava de uma grande mata.
Quem considera que "boom imobiliário" é uma expressão recorrente apenas nas grandes metrópoles brasileiras nunca esteve em Parauapebas ou em municípios como Ariquemes, em Roraima, ou Marabá, no Pará. Um recorte inédito do Censo Demográfico 2010 feito pelo Estado mostra que a verticalização se espalhou pelo país e cidades pequenas e médias são hoje os principais motores dessa tendência.
Nos últimos 10 anos, o número de apartamentos da Região Norte cresceu em um ritmo 3,5 vezes maior que no restante do Brasil - que tem hoje 6,2 milhões de apartamentos, um número 43,2% maior do que em 2000.
Hoje, 1 em cada 10 brasileiros mora em prédios. A proporção ainda é duas vezes menor no Norte, mas o crescimento em locais como Rondônia, Amapá e Tocantins foi sem precedentes. Nesses Estados, os apartamentos se multiplicaram por sete e cresceram proporcionalmente 15 vezes mais que em São Paulo. Entre as explicações, estão o aumento da renda, do emprego e do crédito. Morar em prédios também se transformou em status, símbolo de prosperidade. Além disso, a falta de terrenos nas grandes metrópoles levou o mercado imobiliário a novos endereços."

Fonte: Redação Época, com Agência Estado